Polícia

Acusados pela morte de delegado na Capital vão a Júri Popular

Crime aconteceu em 25 de junho de 2013

Diego Alves Publicado em 19/04/2018, às 23h51 - Atualizado em 23/04/2018, às 10h00

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Crime aconteceu em 25 de junho de 2013

O segurança Antônio Benitez Cristaldo e o guarda municipal José Moreira Freires acusados pela morte do delegado aposentado Paulo Magalhães de Araújo serão julgados pelo Tribunal do Júri de Campo Grande em junho deste ano. O crime aconteceu em 25 de junho de 2013.Acusados pela morte de delegado na Capital vão a Júri Popular

A defesa da dupla entrou com um habeas corpus no STJ (Supremo Tribunal de Justiça pedindo que os dois não fossem a Júri Popular. A 6ª Turma do STJ negou o pedido.

Em novembro de 2013, foi negado em 2ª instância o pedido de Habeas Corpus de José Moreira. Um terceiro envolvido no assassinato, Rafael Leonardo dos Santos, foi encontrado morto, carbonizado, sem a cabeça, pernas e braços. Em 2014, a Justiça deferiu sentença para que os dois fossem a Júri.

Execução

De acordo com a polícia na época, os criminosos monitoraram o delegado desde a casa dele até a escola da filha, na Rua Alagoas, e lá decidiram fazer a execução. O monitoramento teria iniciado às 7 horas e o crime aconteceu às 17 horas.

O delegado aposentado estava em seu veículo, uma Land Rover, quando foi executado a tiros de pistola dados pelo guarda municipal que estava na garupa de uma moto, pilotada por Rafael. Já Antônio fazia escolta dos dois em um carro.

Foi levantada uma hipótese, extraoficial, que o crime teria custado R$ 600 mil. O mandante do crime não foi identificado até hoje. O delegado aposentado fazia denúncias em um site de notícias.

Jornal Midiamax