Polícia

Quadrilha sai de Campo Grande para roubar no interior e acaba presa na volta

Um suspeito ainda está foragido 

Midiamax Publicado em 16/11/2016, às 20h47

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Um suspeito ainda está foragido 

Uma quadrilha de campo-grandenses foi presa nesta terça-feira (16) depois de assaltar uma conveniência em Rio Negro, a 154 quilômetros de Campo Grande. Quatro suspeitos foram detidos em flagrante e um quinto envolvido conseguiu fugir. Com o grupo, a polícia ainda encontrou uma pistola .40, que é de uso restrito.

O grupo, segundo o delegado Fábio da Silva Magalhães, se organizou durante o fim de semana e na terça-feira saíram da Capital para cometer o crime na cidade do interior. Com apenas um dos suspeitos armados, o grupo entrou na conveniência e rendeu quem estava no local. Depois da ação, eles fugiram levando R$ 301 e celulares das vítimas.

Um Ford Ka preto foi usado na fuga e em seguida ao crime, a quadrilha pegou estrada para voltar a Campo Grande. A Polícia Militar de Rio Negro foi acionada e contatou as equipes de Corguinho, que conseguiram abordaram os suspeitos no momento em que eles chegavam ao município.

Conforme o delegado responsável pelo caso, um dos suspeitos conseguiu fugir da prisão e levou um revólver que teria sido usado no crime. “Já temos a identificação do suspeito e vamos realizar buscas para localizá-lo”, informou o delegado.

Os outros quatro suspeitos, entre eles, uma lutadora de jiu-jítsu, foram presos em flagrante por roubo. No carro, os militares encontraram ainda um pistola .40, que é de uso restrito da polícia.

Foram presos: Beatriz Priscila dos Santos Zambonini, de 22 anos, Josimar de Oliveira Lescano, vulgo ‘Doido’, de 27 anos, Caio Umberto Gomes dos Santos, o ‘Gordão’ de 22 anos e Felipe Venâncio Ferreira Benites, de 19 anos.

Os quatros foram ouvidos nesta quarta-feira (16) e agora a polícia investiga de quem é a arma de uso restrito encontrada com a quadrilha. A pistola estava com Beatriz e possui o número de série, que deve ser usado para identificar o proprietário. A origem de arma vai ser investigada pela polícia, assim como a motivação do crime. 

Jornal Midiamax