Polícia

Menina é agarrada e perseguida em boteco e 2 são presos por tentativa de estupro

Um dos suspeitos tentou beijá-la; 3º ainda não foi preso

Midiamax Publicado em 21/11/2016, às 21h04

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Um dos suspeitos tentou beijá-la; 3º ainda não foi preso

Uma garota de 9 anos de idade passou momentos de terror em pleno meio dia desta segunda-feira (21), quando foi puxada pelo braço e depois perseguida por dois homens. O ataque começou quando a menina passou em frente a um bar na Vila Carvalho, em Campo Grande. Dois suspeitos, de 43 e 50 anos, foram presos em flagrante e a polícia procura um terceiro envolvido na tentativa de estupro.

Conforme o delegado da Depca (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente), Fábio Sampaio, ela teria ido até uma padaria perto de casa comprar salgados e, na volta, passou em frente a um bar. Os três teriam começado a assediar a menina e um deles chegou a puxar a vítima. "O de 43 anos, a agarrou pelo braço e perguntou se ela não tinha namorado e se não queria dar um beijo nele, tentando agarrá-la", conta.

Ela conseguiu se soltar e correu. Neste momento, os homens começaram a persegui-la. "Ela conseguiu entrar em outro bar e pedir ajuda aos clientes que estavam presentes. Foram eles que acionaram a Polícia Militar e avisaram a mãe dela, que estava trabalhando", diz o delegado.

A PM foi até o local e durante buscas na região encontraram o suspeito, de 43 anos, e outro envolvido, de 50 anos. Eles foram presos em flagrante e levados para a Depca. Na delegacia, foram reconhecidos pela vítima, mas negaram o crime. Eles chegaram na delegacia visivelmente embriagados. O terceiro envolvido não foi encontrado, mas ainda está sendo procurado.

O delegado comentou que o suspeito, de 43 anos, ainda tentou defender o comparsa. "A história é entre eu e a menina, ele (o comparsa) não tem nada a ver", teria dito à PM. Já na delegacia, mudou a versão e negou a autoria do crime. Ele afirmou que apenas teria visto ela passando mais cedo próximo ao bar.

Mesmo assim, estão presos em flagrante. O crime neste caso, cometido com o concurso de uma ou duas pessoas, tem a pena maior que quatro anos.

Jornal Midiamax