Polícia

Aeronave que transportava advogada e engenheiro estava com documentos regulares

A Polícia Civil vai investigar o caso  

Midiamax Publicado em 26/02/2016, às 19h49

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A Polícia Civil vai investigar o caso

O avião pilotado pelo engenheiro civil Paulo César de Oliveira estava com todos os documentos regularizados na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). O homem e sua mulher, a advogada Jane Resina Fernandes de Oliveira, morreram na manhã desta sexta-feira (26) depois que a aeronave caiu em uma fazenda na região rural de Jaguapitã, no Paraná.

Segundo a agência, o casal estava em uma aeronave modelo Pelican 500BR, da categoria ultraleve, fabricada pela Flyer, que é de caráter experimental. Nesses casos, segundo a assessoria de comunicação da Anac, as aeronaves não são certificadas e sim registradas, e por isso possuem várias operações limitadas.

Para a Anac, em virtude as limitações de voo, quem “pilota uma aeronave experimental ou fazer parte do voo, assumem inteira responsabilidade pelos danos que esta prática possa causar a si, a terceiros ou a seus bens”.

O monomotor está com o RAB (Registro Aeronáutico Brasileiro) regular e é registrado no nome de uma terceira pessoa, que chegou a ser identificada como vítima do acidente, informação corrigida com a perícia no local da queda.

Jane e Paulo morreram por volta das 11 horas, quando a aeronave, de apenas dois lugares, caiu em uma fazenda localizada a quatro quilômetros de Jaguapitã. O casal viajava de Campo Grande para Londrina e estavam a 56 quilômetros do destino no momento do acidente.

As causas da queda ainda são desconhecidas e o caso agora deve ser investigado pela Polícia Civil da cidade, já que a aeronave é de caráter experimental.  

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