VÍDEO: alerta é dado após EPP executar policiais em embosca e queimar viatura

Crime ocorreu nesta sexta-feira
| 17/07/2015
- 23:36
VÍDEO: alerta é dado após EPP executar policiais em embosca e queimar viatura

Crime ocorreu nesta sexta-feira

Pelo menos três policiais lotados na Polícia Nacional do Paraguai foram executados na tarde desta sexta-feira (17), em uma área conhecida como Floresta Yaguarete, que fica em San Pedro. As autoridades daquele país acreditam que a ação foi desencadeada por um grupo intitulado como EPP (Exército do Povo Paraguaio). Com isso, o comando da polícia emitiu um alerta.

Os policiais foram identificados como Agustín Romero, Roque Salinas e Crispín Rojas. De acordo com site Capitan Bado, eles estavam em uma patrulha que participavam FTC (Força-Tarefa Conjunta) da quando caíram em uma emboscada. Após matarem as vítimas, a viatura foi incinerada.

Com a notícia, as autoridades do Paraguai emitiram uma nota pedindo alerta total, pois os policiais precisam retornar para o quartel, onde haverá um aquartelamento para uma operação na região, por conta da emboscada. Além disso, não são descartados novos ataques.

VÍDEO: alerta é dado após EPP executar policiais em embosca e queimar viatura

O senador Luis Alberto Castiglioni, em conversa com AM 650 daquele país, lamentou a morte dos policiais na tarde de hoje. “É lamentável, acredito em uma condenação mais energética aos criminosos e covardes guerrilheiros do EPP”.

Com o desfecho trágico desta tarde, o senador relembrou uma crise interna do governo que tem pensamentos diferentes em relação à ação de repressão das EPP. “Eu pedi a demissão deste incompetente, que agora é o presidente e acredito que só a demissão imediata iria resolver”.

Já o MP (Ministério Público) daquele país considerou que o problema é registrado pela falta de liderança. “Se a cabeça não terá a capacidade e visão estratégica, em seguida, ele vai ficar qualquer resultado”, acrescentou.

Além disso, os senadores iriam se se reunir na segunda-feira (20) para uma sessão extraordinária para debater um voto de censura contra o presidente Vargas, o vice-ministro da Segurança Interna Javier Ibarra e o chefe da Senad (Secretaria Nacional Anto-Drogas) Luis Rojas.


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