Polícia

Quadrilha que destruiu caminhonete já havia roubado outras duas picapes

Bando capotou Mitsubishi após sequestrar amigos

Midiamax Publicado em 21/05/2015, às 14h36

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Bando capotou Mitsubishi após sequestrar amigos

A quadrilha responsável pelo sequestro relâmpago e roubo de uma Mitsubishi Triton, prata, com placas de Campo Grande (MS), na madrugada desta terça-feira (19), teria cometido outros dois roubos de caminhonetes, segundo investigações apuradas pelo delegado adjunto da Defurv (Delegacia Especializada de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos), Gustavo Ferraris.

Os demais crimes cometidos pelo bando ocorreram no dia 5 de maio, quando levaram uma Hilux de São Gabriel do Oeste para o Paraguai e a venderam por R$ 12 mil. Quatro dias depois, eles roubaram outra Hilux na cidade de Rio Verde do Mato Grosso, porém tiveram que abandonar, pois ficaram com medo do flagrante, já que o veículo dos ‘batedores’ foi abordado na rodovia por policiais.

No dia 19, eles voltaram a cometer o delito, porém em Campo Grande, onde deixaram as duas vítimas em uma mata na cidade de Itaporã e acabaram sendo detidos na MS-164, após uma perseguição do 14º BPMRv (Batalhão da Polícia Militar Rodoviária).

Eles foram identificados como Maycon Douglas Justo, de 22 anos, Paulo Henrique Leiva Ferreira, de 28 anos, e Mario Lucas Cabral Preste, de 20 anos, além de adolescente de 17 anos que foi apreendido e teve o nome preservado como prevê o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

Na ocasião, havia comparsas em um Fiat Uno, que eram os batedores, que não foram detidos. Com a investigação feita pela Defurv, os envolvidos foram identificados e detidos, são eles, Dione Vasconcelos Vilaboa, de 26 anos, e William Vilela Thomé, de 18 anos.

“Acreditamos que haja mais um envolvido, porém estamos investigando o caso ainda”, adianta o delegado Gustavo para a equipe do Jornal Midiamax.

Com a dupla foram encontradas duas armas de fogo e o Fiat Uno, além de uma Saveiro, que estavam na casa de Dione no Bairro Monte Castelo, região norte e nobre de Campo Grande. Eles vão responder por porte ilegal de arma de fogo, formação de quadrilha, roubo qualificado e tentativa de homicídio.

Já Willian é considerado o chefe do bando tem passagem por tráfico de drogas quando ainda tinha 12 anos, além disso, a mãe dele já foi detida por tráfico de drogas e o pai também havia sido preso pelo menos crime, porém é considerado foragido da Justiça da Comarca de Cuiabá (MT).

Jornal Midiamax