Polícia

Policial paraguaio é executado com quatro tiros na fronteira

A vítima prestava serviço no GEO (Grupo de Operações Especiais)

Midiamax Publicado em 10/11/2015, às 22h09

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A vítima prestava serviço no GEO (Grupo de Operações Especiais)

Um agente da Policia Nacional de Pedro Juan Caballero foi executado com três disparos de arma de fogo na tarde desta terça-feira (10) na fronteira com Ponta Porã, a quilômetros de Campo Grande. A suspeita é que o suboficial 2º da Policia Nacional do Paraguai, Gustavo Aguero Ramirez, de 26 anos, teria sido sequestrado e tentava fugir no momento em que foi morto.

Conforme o site Porã News, testemunhas narraram que Gustavo estava em uma caminhonete branca quando de repente quebrou o para brisa do veículo e tentou fugir, neste momento ele foi atingido por um tiro de pistola 9 mm na cabeça e por outros três disparos no corpo.

Moradores no Bairro Vila Guilhermina presenciaram a cena e acionaram policiais da Polícia Nacional, da Divisão de Homicídios e da Seção de Investigação de Delitos da Policia. A principal suspeita e que a vítima foi sequestrada e ao ver que seria executada tentou fugir do veículo, mas foi baleado. Gustavo morreu na hora e seu corpo foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) do Hospital Regional de Pedro Juan Caballero.Policial paraguaio é executado com quatro tiros na fronteira

Ainda não há hipótese sobre a motivação da morte, mas as informações preliminares apontam que o crime seja passional. Mesmo assim, a polícia paraguaia não descarta que o homicídio seja represália do crime organizado contra a segurança pública.

Morte

No dia de 5 de outubro deste ano o policial, Oscar Silvino Vargas (34) da Seção de Investigação de Delitos da Policia, foi executado com 22 tiros de fuzil 5.56, quando chegava em sua residência na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero.

De acordo com notícias da época, a vítima desceu de uma Saveiro branca, quando foi atingido pelos tiros e morreu na hora. Testemunhas apontaram para a investigação que os atiradores estavam escondidos no quintal da residência e que, após matar a vítima, fugiram em um veículo com placas do Brasil.

Até o momento nenhum dos autores dos crimes foram presos e a existência de uma “lista de policiais a serem executados”, segundo site local, tem deixado os agentes apreensivos e alguns já teriam pedido a transferência a outras cidades do Paraguai.

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