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Polícia procura por suspeito de assalto que terminou com 2 mortes

Uma comerciante e um dos suspeitos morreram

Midiamax Publicado em 22/11/2015, às 18h08

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Uma comerciante e um dos suspeitos morreram

As Polícias Civil e Militar procuram pelo segundo suspeito envolvido em um assalto a uma caminhonete S10, em Campo Grande. O roubo culminou em acidente de trânsito com uma morte e uma criança gravemente ferida. Adriano Donega Prates, de 32 anos, que conduzia o veículo roubado, teria sido baleado durante troca de tiros e morrido depois de ser socorrido.

Conforme informações do tenente coronel do 10º Batalhão da Polícia Militar, Almeida, o assalto aconteceu na Rua Doná Deolinda Pereira de Souza, no Bairro Universitário, na Capital. Depois de roubar o veículo, Prates fugiu conduzindo a caminhonete e o outro suspeito fugiu em uma moto. Até o momento, o comparsa não foi localizado.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e iniciaram a perseguição do suspeito. Durante a tentativa de fuga, Prates atropelou a comerciante Hediene, dona de uma loja na Rua Souto Maior, no Jardim Tiradentes, e o filho dela. As vítimas estavam em uma motocicleta e seguiam na Avenida Tyrson de Almeida quando foram atropeladas.

Após o acidente, a mulher sofreu uma parada cardiorrespiratória e equipes do Corpo de Bombeiros e Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) tentam reanimá-la, no entanto, ela não resistiu. A criança sofreu ferimentos graves e fratura no braço. O menino foi encaminhado para a Santa Casa e o estado de saúde dele ainda não foi detalhado.

Depois de atropelar mãe e filho, Prates foi perseguido pela polícia e colidiu em um Uno, na Rua Maria das Dores Soares, no Conjunto Aero Rancho. Após a colisão, ele teria descido do veículo e prosseguido a pé. Na tentativa de fuga, houve troca de tiros entre policiais e o assaltante e o suspeito foi baleado.

Prates chegou a ser socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e encaminhado para o CRS (Centro Regional de Saúde) – Doutor Ênio Cunha – Guanandy, mas não resistiu e morreu pouco depois.

Equipes das Polícias Civil e Militar continuam a procura do segundo suspeito, que até o momento, não foi identificado. O delegado plantonista da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Piratininga, Hoffman Dávila Cândido, acompanha o trabalho da Perícia e ainda não há informações mais detalhadas sobre o caso.

Jornal Midiamax