Polícia

Defesa de lutador que matou engenheiro vai entrar com pedido de habeas corpus

Pedido de revogação de prisão foi negado pela Justiça na semana passada

Wendy Tonhati Publicado em 15/06/2015, às 12h47

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Pedido de revogação de prisão foi negado pela Justiça na semana passada

A defesa do lutador de jiu-jítsu Rafael Martinelli Queiroz pretende ainda nesta semana, entrar com um pedido de habeas corpus. A informação é do advogado do lutador Darguim Julião Villalva Júnior. Conforme o defensor na semana passada,o pedido de revogação de prisão foi negado pela Justiça.

Segundo o advogado, Rafael já passou pela avaliação de um psiquiatra, mas a família preferiu não divulgar o conteúdo à imprensa. O exame toxicológico deu negativo para drogas e positivo para um antidepressivo.

A defesa ainda entrou com um incidente de insanidade mental de Rafael tentando comprovar por meio do depoimento de diversas testemunhas, que ele estaria transtornado e apresentava comportamento diferente do atual.

Rafael responde pelo crime de homicídio doloso, com intenção de morte, qualificado por qualificado pela impossibilidade de defesa da vítima e motivo fútil, além de lesão corporal dolosa, aquela que há intenção, qualificada por violência doméstica e resistência.

Crime

Segundo informações da Polícia Civil, Rafael veio a Campo Grande para participar de uma competição de jiu-jitsu. Ele estava hospedado com a namorada, de 24 anos, no Hotel Vale Verde, na Avenida Afonso Pena.

No dia 19 de abril, ele teria agredido a namorada, que fugiu do apartamento em que eles estavam hospedados. Ele foi atrás de jovem e no caminho arrombou a porta de outro quarto e matou o engenheiro Paulo Cezar de Oliveira, de 49 anos,a cadeiradas.O engenheiro estava em Campo Grande a trabalho.

Rafael está preso em uma cela especial, por ter nível superior. 

Jornal Midiamax