Polícia

Moradores de bairro onde até posto policial é atacado se reúnem com PM e pedem segurança

Os moradores do Jardim Campo Belo, na saída para Cuiabá, estão alarmados com a falta de segurança e nesta quinta-feira (7) estiveram reunidos com representantes da Polícia Militar. Um restaurante já foi alvo de assaltantes por três vezes, uma conveniência foi “visitada” em duas oportunidades, pequenos comércios também já foram alvo de ladrões. Nem mesmo […]

Arquivo Publicado em 07/08/2014, às 17h10

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Os moradores do Jardim Campo Belo, na saída para Cuiabá, estão alarmados com a falta de segurança e nesta quinta-feira (7) estiveram reunidos com representantes da Polícia Militar.

Um restaurante já foi alvo de assaltantes por três vezes, uma conveniência foi “visitada” em duas oportunidades, pequenos comércios também já foram alvo de ladrões. Nem mesmo o posto policial, que está desativado, segundo os moradores, escapou e na madrugada desta quinta-feira teve a porta dos fundos arrebentada por vândalos.

O encontro entre PMs e representantes da população aconteceu na Escola Estadual Ada Teixeira dos Santos Pereira.Os moradores reclamaram da desativação do posto policial que fica em frente à escola e pediram uma presença mais constante de viaturas nas ruas do bairro.

O comerciante Pedro Luiz de Souza, de 47anos, conhecido como Papai, afirmou que a reativação do posto policial já ajudaria bastante, mas a presença dos policiais em patrulhamento constante seria o ideal.

“O posto policial mais próximo está no Bairro Nova Lima e atende 22 bairros. Para complicar conta com apenas uma viatura com dois policiais.É humanamente impossível a polícia dar conta da segurança e nós ficamos à mercê dos bandidos”, afirmou.

Por seu turno, o capitão Muzili, comandante da Companhia do Prosa e coordenador da Polícia Comunitária, afirmou que a polícia trabalha com estatísticas e pelos registros oficiais, o Jardim Campo Belo não está em uma considerada crítica.

“Acontecem as ocorrências e a população não faz o registro do Boletim. Desta forma, não temos como monitorar. Em bairros onde temos conhecimento de situação crítica fazemos operações intensas e os resultados são positivos. De qualquer forma estamos nos colocando à disposição desta comunidade e vamos analisar as soluções. Quanto ao posto policial,estamos trabalhando para reativá-lo. Nosso objetivo é atender as reivindicações e passar tranquilidade à população”, afirmou.



Jornal Midiamax