Polícia

Rixa entre adolescentes termina em confronto e polícia apura denúncia de disparo

Professor e vizinhos afirmaram que ouviram um tiro no momento da confusão, mas a autoria ainda não foi confirmada. Pai de uma das alunas tentou apartar briga e acabou lesionando uma das jovens.

Arquivo Publicado em 13/09/2012, às 21h20

None
37422680.gif

Professor e vizinhos afirmaram que ouviram um tiro no momento da confusão, mas a autoria ainda não foi confirmada. Pai de uma das alunas tentou apartar briga e acabou lesionando uma das jovens.

Quatro adolescentes de 17 anos que tinham uma rixa antiga se desentenderam por volta das 19h dessa quarta-feira, 12, na Escola Estadual Aracy Edociak, localizada no Bairro Tijuca. O motivo, segundo testemunha estudante do próprio colégio é porque não queriam estudar juntas e, além disso, uma do grupo “rival” fez piada sobre a cor do cabelo vermelho insinuando ser cor de prostituta.

As adolescentes, todas estudantes do terceiro ano do ensino médio, decidiram resolver o problema na noite de ontem, 12, e começaram uma confusão com agressões recíprocas. O pai de uma delas, E.M.O. foi tentar apartar a confusão e acabou lesionando uma das jovens. Ele e a filha serão intimados para depor brevemente.

De acordo com o relato informal de um professor e ainda vizinhos próximos à escola, houve um disparo de arma de fogo durante a confusão. Por conta disso, logo na manhã dessa quinta, investigadores da 6ª DP foram ao local na tentativa de encontrar cápsulas, mas não foi achada nenhuma. Porém, a reportagem obteve a informação que um homem foi abordado nas proximidades da instituição de ensino logo após a confusão como possível autor do disparo, mas nada foi confirmado. Ele seria policial militar.

“Tudo começou com a briga de duas alunas. Uma garota que tinha sido agredida entrou correndo na escola. Depois vieram dois carros correndo e frearam com tudo, aqui na frente. Desceu algumas pessoas e virou o maior tumulto de gangue, tentando arrombar a escola”, contou uma testemunha que não quis se identificar e seria quem acionou a polícia.

O caso foi registrado como lesão corporal recíproca, mas ainda pode ter desdobramentos caso a polícia confirme o disparo e ainda sua autoria. (Colaborou Mariana Anunciação).

Jornal Midiamax