Mulher passa por cirurgia após ficar com vibrador preso no reto: 'sentia vibrar nas minhas costas'

Após o objeto sexual ficar preso no reto, a mulher teve que passar por uma cirurgia
| 04/04/2022
- 15:15
Mulher passa por cirurgia após ficar com vibrador preso no reto: 'sentia vibrar nas minhas costas'

Uma mulher norte-americana precisou ser levada às pressas ao hospital após um brinquedo sexual — que mediria 20 cm — ficar preso na região do reto enquanto ela se masturbava. O caso aconteceu em Alabama, nos EUA.

A americana disse ao jornal britânico Quest Red que ficou viciada em masturbação após terminar seu relacionamento. Por isso, Brittany conta que encomendou na um "vibrador azul com formato de esferas" e que estava ansiosa para usar.

"Fiquei tão empolgada quando o recebi pelo correio e pensei: 'Ah, estou pronta, vou tomar banho antes de me divertir'", disse ela. Mas, a brincadeira não acabou tão bem como esperava, ela continuou contando detalhes de como o objeto ficou preso no seu corpo. "Para deixar mais emocionante, adicionei bastante lubrificante e muitas vezes minhas mãos não davam conta, porque ele entrou com tanta facilidade no ânus, que tive que soltá-lo para dentro do reto. Achei que conseguiria deslizar para fora, mas não aconteceu", revelou.

Brittany contou que entrou em desespero ao sentir o objeto vibrar em suas costas, e ligou para emergência.

Após o objeto sexual ficar preso no reto, a mulher teve que passar por uma e o médico explicou que o incidente ocorreu porque o objeto estava numa área própria para sucção. "O reto é projetado para manter as fezes fora da região do ânus. Se alguém colocar algo mais além dessa parte, será sugado em direção ao intestino", disse o cirurgião.

De acordo com o Dr. Crawford, Brittany teve sorte do objeto não ter provocado sangramentos, lesões ou algum dano grave aos órgãos. Para remoção do vibrador, ele utilizou um par de pinças de metal fino para puxá-lo para fora do corpo dela.

Brittany passa bem, o médico responsável pela cirurgia ficou bastante surpreso com o caso e alertou que as brincadeiras sexuais precisam ser feitas com cuidados.

(Com supervisão de Guilherme Cavalcante)

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