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Ciclone Eta deixa rastros de destruições na América Central

As fortes tempestades do Eta causaram muitas destruições em países da América Central. O fenômeno foi classificado como um furacão de nível quatro no início da última semana, mas foi perdendo força conforme avançava pelo continente. Em Honduras, pelo menos 57 pessoas morreram e outras oito estão desaparecidas, segundo informações das autoridades locais. O país […]

Renata Fontoura Publicado em 10/11/2020, às 12h29

Em Honduras, estradas foram inundadas - Foto: Orlando Sierra/AFP
Em Honduras, estradas foram inundadas - Foto: Orlando Sierra/AFP - Em Honduras, estradas foram inundadas - Foto: Orlando Sierra/AFP

As fortes tempestades do Eta causaram muitas destruições em países da América Central. O fenômeno foi classificado como um furacão de nível quatro no início da última semana, mas foi perdendo força conforme avançava pelo continente.

Em Honduras, pelo menos 57 pessoas morreram e outras oito estão desaparecidas, segundo informações das autoridades locais. O país é um dos mais atingidos pelo fenômeno. Lá, dois importantes rios transbordaram, causando inundações e afetando milhares de pessoas.

O último balanço da Copeco (Comissão Permanente de Contingências), o número de mortos na região dobrou em 24h. A entidade também apontou que pouco mais de 8,1 mil famílias estão desabrigadas e quase 42 mil foram resgatadas.

O Eta também atingiu El Salvador, Costa Rica, Guatemala, Panamá, Cuba, México e Estados Unidos. Neste último, o ciclone alcançou ventos de até 100 km/h. Desde que passou pela América Central, pelo menos 200 pessoas foram mortas ou desaparecidas.

(com informações de agências)

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