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Cruz Vermelha não quer que joguinhos usem o símbolo para representar vida

Emblema é protegido pela lei de proteção à vítimas de guerra de 1949

Midiamax Publicado em 20/01/2017, às 16h31

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Emblema é protegido pela lei de proteção à vítimas de guerra de 1949

A Cruz Vermelha, movimento internacional fundado em 1885 para proteger a vida e a saúde humana, está processando os desenvolvedores Mark Morris e Chris Delay, que incluíram o símbolo – uma cruz vermelha, aquela mesma, comum nos hospitais – como “vida” para o personagem que já recebeu muito tiro no jogo Prison Architect. 

Segundo a instituição, eles estão desrespeitando a Convenção de Genebra, já que o emblema é protegido pela lei de proteção à vítimas de guerra de 12 de agosto de 1949, informa a PC Gamer.

Essa perseguição às cruzes vermelhas nos jogos é relativamente recente, já que elas estão frescas na memória de muitos em jogos como Doom, Halo e Half-Life. 

Aos poucos, e sob pressão do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, as cruzes vermelhas foram sumindo dos games. Conforme o Surrealista, o H1Z1, jogo que figura entre os mais populares nos serviços de streaming como Twitch e Azubu, ainda usa a cruz vermelha no kit médico.

Jornal Midiamax