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Muçulmanos se recusam a fazer funeral de terrorista na França

Adel Kermiche foi morto após degolar um padre

Norberto Liberator Publicado em 01/08/2016, às 13h00

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Adel Kermiche foi morto após degolar um padre

A comunidade muçulmana de Sant-Étienne du Rouvray, na França, rejeita a possibilidade de realizar uma cerimônia religiosa para enterrar o terrorista que degolou um padre em um ataque a uma igreja, sendo morto pela polícia em seguida.

De acordo com a rede portuguesa RTP, eles acreditam que fazer uma cerimônia para um dos autores do ataque mancharia o islamismo, que interpretam como religião de paz.

A reportagem cita que sequer a família de Adel Kermiche, o jihadista que cortou o pescoço do padre Jacques Hamel, de 84 anos, manifestou interesse na realização de um funeral muçulmano.

Kermiche tinha 19 anos e, segundo a RTP, conheceu o outro terrorista dias antes do ataque, utilizando o aplicativo Telegram. O app é o mesmo usado no Brasil por grupos que declaram lealdade ao autointitulado Estado Islâmico.

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