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Gravada em Bonito, novela da Globo derruba audiência do horário

A Globo reestreou na segunda (1) a reprise da novela “A Vida da Gente” (2011) no horário das seis. Em seus dois primeiros capítulos, a trama afugentou o público conquistado pela antecessora “Flor do Caribe” (2013) que terminou na última sexta-feira (26). Sequências para o primeiro capítulo foram gravadas em Mato Grosso do Sul, na […]

João Ramos Publicado em 03/03/2021, às 14h30 - Atualizado às 17h44

Os atores Fernanda Vasconcellos e Rafael Cardoso em um dos cartões postais de Bonito-MS. (Foto: Divulgação/TV Globo)
Os atores Fernanda Vasconcellos e Rafael Cardoso em um dos cartões postais de Bonito-MS. (Foto: Divulgação/TV Globo) - Os atores Fernanda Vasconcellos e Rafael Cardoso em um dos cartões postais de Bonito-MS. (Foto: Divulgação/TV Globo)

A Globo reestreou na segunda (1) a reprise da novela “A Vida da Gente” (2011) no horário das seis. Em seus dois primeiros capítulos, a trama afugentou o público conquistado pela antecessora “Flor do Caribe” (2013) que terminou na última sexta-feira (26).

Sequências para o primeiro capítulo foram gravadas em Mato Grosso do Sul, na cidade de Bonito em 2011. Para ilustrar os protagonistas mergulhando em águas límpidas, o diretor Jayme Monjardim escolheu como cenário a Lagoa Misteriosa e o Rio da Prata.

O curioso é que, na novela, que se passa em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o casal principal estava a passeio no próprio estado gaúcho, mas as imagens eram do território sul-mato-grossense. Coisas da ficção.

Gravada em Bonito, novela da Globo derruba audiência do horário
Imagens foram feitas em 2011. (Foto: Divulgação/TV Globo)

Exibida originalmente há 10 anos, a reapresentação do folhetim ainda não fisgou o telespectador, marcando 18,9 pontos em sua estreia e 19,0 no segundo capítulo. Enquanto “Flor do Caribe” havia recuperado o Ibope do horário, entregando a faixa para sua sucessora com os índices na casa dos 22 pontos.

“A Vida da Gente” não fez sucesso em termos de audiência em 2011 e o tom melancólico da história de uma adolescente que passa anos em coma e quando acorda descobre que a irmã ‘roubou’ sua vida podem ainda não ter despertado interesse do público na pandemia, justamente pela abordagem de dramas intensos. Especialistas em TV avaliam que o telespectador tem preferido ver histórias mais alegres e solares para minimizar, de alguma forma, o drama vivido mundialmente com a crise do Coronavírus.

Entretanto, o folhetim ainda está em sua primeira semana e pode conseguir reverter os índices ao longo de seus 137 capítulos. A previsão é de que seja exibida na íntegra, chegando ao fim em agosto. Mas se a audiência não reagir, a emissora pode acionar a tesoura e terminar com a trama bem antes do previsto.

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