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“Amor de mãe” dá vexame, perde para “Haja Coração” e passa vergonha ao mostrar pandemia

A primeira semana da volta de “Amor de Mãe” foi do céu ao inferno. Com altos e baixos, os seis primeiros episódios inéditos da reta final terminaram com um saldo positivo, mas os vexames da trama precisam ser pontuados. Sendo o único folhetim da Globo a retratar a pandemia e, inclusive, se passar durante ela, […]

João Ramos Publicado em 22/03/2021, às 13h38 - Atualizado às 14h59

Adriana Esteves como Thelma em "Amor de Mãe" (Reprodução, Globo)
Adriana Esteves como Thelma em "Amor de Mãe" (Reprodução, Globo) - Adriana Esteves como Thelma em "Amor de Mãe" (Reprodução, Globo)

A primeira semana da volta de “Amor de Mãe” foi do céu ao inferno. Com altos e baixos, os seis primeiros episódios inéditos da reta final terminaram com um saldo positivo, mas os vexames da trama precisam ser pontuados.

Sendo o único folhetim da Globo a retratar a pandemia e, inclusive, se passar durante ela, “Amor de Mãe” cometeu gafes imperdoáveis ao mostrar os personagens vivenciando a crise sanitária.

Máscaras inadequadas e comportamentos proibidos veiculados no folhetim causaram revolta. Como quando a personagem de Lídia (Malu Galli) diz a Magno (Juliano Cazarré) que eles podem ficar no mesmo ambiente sem máscara pois já foram infectados pelo coronavírus.

Esses deslizes na representação da pandemia obrigaram a Globo se retratar e, como pedido de desculpas, a emissora passou a veicular uma tarja ao fim dos capítulos dando orientações de prevenção à Covid-19.

Mas o calvário não termina por aí

Na última sexta-feira (19), a novela das nove inédita fez feio e deu vexame ao perder para a reprise de “Haja Coração”.

A trama de Manuela Dias marcou uma audiência de 29,5 pontos no horário nobre, enquanto a reprise cômica e recente das 19h consolidou 29,6 pontos.

O que aconteceu para uma obra inédita, sensação do momento e atualíssima marcar menos que um repeteco de quase 5 anos atrás vivo na memória das pessoas?

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