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Tatá Werneck critica manifestação pró-Bolsonaro no Rio de Janeiro

Atriz fez uma publicação em suas redes onde externou sua revolta em ver a multidão aglomerada em meio à pandemia no Rio de Janeiro

Nathália Rabelo Publicado em 24/05/2021, às 14h07

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Foto: Reprodução/Instagram

Nesse domingo (23), Tata Werneck mostrou sua revolta ao ver o protesto pró-Bolsonaro que reuniu milhares de pessoas no Rio de Janeiro, na Zona Oeste e na Zona Sul da capital fluminense, na manhã de ontem. O evento, chamado de “motoata”, promoveu uma grande aglomeração de bolsonaristas e contou, inclusive, com a presença do próprio presidente Jair Bolsonaro e outras autoridades políticas.

Por meio dos Stories do Instagram, Tatá lamentou o encontro de tantas pessoas em meio à pandemia. “Meu Deus. É o momento para aglomerar? Pelo amor de Deus!”, criticou Tatá.

A apresentadora ficou extremamente abalada com a morte de seu amigo Paulo Gustavo, no início deste mês. O humorista não resistiu às complicações da Covid-19 e faleceu depois de lutar mais de um mês internado.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participou neste domingo (23) de um passeio com motociclistas no Rio de Janeiro. O evento foi organizado por apoiadores e seguiu os moldes do realizado na manhã do Dia das Mães (9/5), no Distrito Federal, quando o presidente rodou pelas ruas da capital.

De acordo com o site Metrópoles, motociclistas se concentraram no Parque Olímpico da Barra da Tijuca desde as 8h. A partida foi às 10h, seguindo pela Avenida Embaixador Abelardo Bueno, que ficou fechada enquanto o cortejo passou, em direção à Barra.

Mais de mil policiais militares foram deslocados de 4 batalhões para acompanhar o pelotão. A polícia civil seguiu de helicóptero e fuzileiros navais também foram convocados para garantir a segurança do presidente.

Além de Jair Bolsonaro, participaram do evento o ex-ministro da Saúde general Eduardo Pazuello, os ministros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, e da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, além do vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos) e parlamentares.

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