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Em depoimento à polícia, Nego do Borel diz que dormiu em motel após uso de remédios

À polícia, o funkeiro nega que estava com duas mulheres, mas que pegou no sono ao usar remédios

Nathália Rabelo Publicado em 05/10/2021, às 16h56

Nego do Borel
Nego do Borel - Foto: Reprodução

Após desaparecer por um dia e chegar a ser procurado pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), Nego do Borel foi encontrado dentro de um motel, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Antes de sumir, o cantor deixou recados para o assessor "como se estivesse se despedindo" e depois parou de responder às chamadas da mãe. Após ser levado para prestar depoimento, o funkeiro disse que saiu de casa porque queria pensar na vida e pegou no sono após usar remédios.

Nego do Borel chegou à Cidade da Polícia acompanhado por dois agentes, e usava capuz e máscara. Ele fez gestos obscenos ao ser questionado sobre o caso e de ser encontrado no motel. Na delegacia, ele abraçou a mãe. O delegado Luiz Maurício Armond, titular da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), mandou uma equipe de sua delegacia a Itacuruçá, após informações de que o funkeiro poderia estar na região.

Na manhã desta terça-feira, os investigadores estiveram em marinas da localidade em busca de pistas.

De acordo com o depoimento, Nego saiu de sua residência situada no Recreio dos Bandeirantes por volta de 11h de segunda-feira para ir ao estado de São Paulo de carro encontrar amigos. Ele afirmou que queria ficar sozinho para pensar sobre o momento delicado que vive em sua vida pessoal e profissional. Mas, por não estar emocionalmente equilibrado, decidiu se isolar num motel no bairro de Vila Isabel.

O cantor negou que estava acompanhado e disse que permaneceu sozinho no motel. Ele acrescentou que tomou quatro comprimidos de dramin para dormir e não ligou mais seu telefone. O funkeiro relatou ainda que chegou a sair por volta de 21h e ficou até às 23h na praia da Barra da Tijuca, no posto 2. A ideia inicial era voltar para casa, mas ele resolveu retornar para o local onde estava hospedado onde ficou até meio dia desta terça-feira, quando foi acordado pela gerência porque a equipe do DDPA estava lá à sua procura.

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