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Quem não causa, passa em branco: afirma Léo Dias sobre o mundo das fofocas

Em entrevista ao Jornal Folha de São Paulo, o colunista Léo Dias afirmou que “quem não causa, passa em branco”. No mundo das fofocas há 25 anos, o jornalista afirmou que foi causando com as intimidades alheias que ganhou destaque no mundo das celebridades. “Em média, recebo 2 mil mensagens por dia. A maioria é […]

Dândara Genelhú Publicado em 07/06/2020, às 09h22 - Atualizado às 09h28

Foto: Reprodução
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Em entrevista ao Jornal Folha de São Paulo, o colunista Léo Dias afirmou que “quem não causa, passa em branco”. No mundo das fofocas há 25 anos, o jornalista afirmou que foi causando com as intimidades alheias que ganhou destaque no mundo das celebridades.

“Em média, recebo 2 mil mensagens por dia. A maioria é me xingando, xingando minha mãe, algumas dizendo que me adoram. E uma ou outra tem notícia”, explicou ao jornal. Ele agradece o fato da mãe não fazer uso de redes sociais e garante que cada ofensa à família vale a pena no final da fofoca que vira notícia.

“Quando vem a notícia, meu querido, é f**a! Aí vale a pena ouvir o xingamento da minha mãe, que graças a Deus não acessa a internet”. Sobre os recentes acontecimentos e intrigas com a cantora Anitta, o colunista afirmou que até os próprios familiares avisaram que ele havia passado dos limites. “Quando falei que a Anitta ‘deu’ para rádio FM O Dia inteira, minha irmã que é feminista teve um ataque. Gritava comigo no telefone. Bloqueei ela”, lembrou da solução.

Para ele, a exposição recente das histórias da cantora “foi uma questão de sobrevivência”. “Era ela ou eu. Precisava me defender. Ou eu expunha aqueles áudios ou minha reputação ia para o lixo”, ressalta Léo.

O colunista também lembrou que a cantora o chamou de chantagista e afirmou que jamais fez as ameaças divulgadas nas redes sociais da famosa. “Chantagem é crime, ela me chamou de criminoso. Jamais fiz isso com ninguém. Pode me chamar de drogado, porque sou dependente químico, mas não vem me chamar de mentiroso. Eu não minto”.

Léo admitiu ao jornal que usa cocaína desde 2001 e é dependente químico. “Saio dessa história arrasado, triste e decepcionado comigo mesmo”, disse sobre a repercussão que a história ganhou”.

De acordo com o colunista, que faz da vida das celebridades uma série de notícias e ele mesmo virou notícia do dia para a noite, a equipe empresarial dele ficou preocupada com o sumiço após as repercussões. Léo lembrou que uma faxineira foi na residência para verificar se ele estava bem. “Acho que foi de tristeza, não usei tanta droga não”, lembrou dos dois dias que dormiu direto.

Os dias em off foram motivos para mais especulações e para Léo, muitos acreditavam que ele estaria morto de overdose. “Todo mundo tinha certeza que eu iria morrer de overdose. Até a Anitta. Mas não foi dessa vez amor”.

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