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Ex-advogado de mulher que acusa Neymar confirma vídeo de agressão

Em entrevista ao jornal Estadão na manhã desta quarta-feira (5), o advogado comprovou a existência do vídeo que comprova as agressões

Carlos Yukio Publicado em 05/06/2019, às 10h24

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Ex-advogado de mulher que acusa Neymar diz que vídeo que comprova agressão existe

Em entrevista ao jornal Estadão na manhã desta quarta-feira (5), o ex-advogado da mulher que acusa o jogador da Seleção Brasileira Neymar Jr. de estupro, José Edgard da Cunha Bueno Filho, confirmou a existência do suposto vídeo que comprova as agressões sofridas pela moça. Segundo o advogado que renunciou o caso após divergências com a cliente, o vídeo foi gravado durante o segundo encontro entre os dois.

José Edgard afirma que não teve acesso ao vídeo completo e que não poderia comentar sobre o conteúdo por questões de ética entre advogado e cliente. Apesar disso, o ex-responsável pelo caso diz que, pelo que havia analisado, teria havido um consentimento de uma relação normal entre homem e mulher. Durante o ato teriam havido as agressões que devem ser investigadas.

O advogado ainda comentou sobre o motivo de ter se afastado do caso. Segundo ele, a sua análise das provas e conversa com a cliente constatavam que o caso se trava de agressão física e não se caracterizava como estupro. “Eu não queria apressar as coisas e fazer de uma forma midiática, que é a minha forma de atuar. Ela estava desconfortável, aflita, abalada psicologicamente. Nós tivemos uma discussão sobre a estratégia do caso, e ela fez umas considerações indevidas a meu respeito. Senti no momento que tinha quebrado a relação de confiança entre advogado e cliente”, relembrou.

O processo de divergência começou, segundo José Edgard, porque ela queria fazer um boletim de ocorrência e ele foi contrário a decisão. O advogado também acredita que a vítima pode ter sido interpretada de forma diferente pela nova advogada que defende o caso, Yasmin Pastore Abdalla.

“É uma questão técnica do advogado. Cada advogado tem uma opinião diante dos fatos. A própria delegada também pode ter. Mas tudo isso pode mudar depois. Mas na minha avaliação era um caso para ser de agressão”, concluiu em entrevista ao Estadão.

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