Hoje é um dia muito feliz para centenas de ‘swifties’ do Brasil todo! É que nesta sexta-feira (17) acontece o primeiro show da ‘diva pop’, Taylor Swift, no Brasil, mais precisamente no . É claro que o Jornal Midiamax não poderia deixar de conversar com os campo-grandenses que já estão no Rio ou a caminho da capital carioca, para saber como estão as expectativas de quem vai ver a ‘loirinha’ tão de perto.

Maria Carolina Bissacot de Oliveira tem 22 anos e há 4, se considera ‘swiftie’ de carteirinha. Ouvinte assídua de Taylor, a jovem garantiu seu ingresso na área VIP e vai poder dançar e cantar os maiores sucessos da americana ao lado de seu namorado e amiga que, na época das vendas, se mobilizaram para conseguir a compra, cada um em um aparelho eletrônico diferente.

“Eu consegui de primeira [os ingressos], mas porque eu comprei o VIP porque eu tinha certeza que se eu deixasse pra comprar nas vendas gerais, eu não ia conseguir. Eu pedi o cartão do meu primo emprestado”, conta ela.

O show que ela assistirá será o segundo em solo brasileiro, ou seja, no sábado (19). Ela garante: “Parece que tô vivendo um sonho!”

E pode até ser que você, leitor, não acompanhe a cantora, então fica aqui uma informação bem pertinente para se assistir ao show da Taylor: não pode faltar um look colorido, com brilho ou fazendo referência a um álbum/clipe/música da cantora e claro, as ‘Friendship Bracelets’, as pulseiras de miçangas para trocar com outros durante o show.

Para Maria, a experiência de ‘imersão’ no universo da cantora começou cedo, ainda no avião. Ela estava conversando com outra fã que estava no voo, quando ganhou sua primeira “friendship bracelets’: “O pessoal é muito massa”, comemorou ela., que fez cerca de 40 pulseiras para trocar durante o show.

Ao ser perguntada o quão fã ela é, Maria disparou: “Cara, eu paguei R$2 mil reais em ingresso e peguei três aviões. Então, acho que 10/10”.

Mais de 15 horas de viagem

Pulseira da amizade. (Arquivo Pessoal)

A advogada Ana Flávia Aguiar, de 24 anos, saiu de com suas duas irmãs de ônibus, rumo a e lá, se encontraram com uma amiga e seguiram viagem para o Rio de Janeiro. Elas, que já estão dentro do estádio, comemoram a oportunidade de verem de perto uma das artistas que mais admiram e afirmam que as expectativas são enormes.

“As nossas expectativas estão altíssimas, estamos muito animadas, queremos ouvir as nossas favoritas, estamos muito empolgadas com ‘surprise songs’, que são as músicas surpresas durante o show.. Então estamos com muitas expectativas de que vai ser um show lindo, com muitas luzes e com a Taylor, só com ela já é suficiente”, vibra.

As quatro também prepararam diversas pulseiras da amizade para trocar com os fãs durante o show e garantem que a interação é muito divertida. “Aqui já conversei com gente do Rio Grande do Norte, do Sul, Santa Catarina, até do Paraguay. Na fila ficamos do lado de duas campo-grandenses”.

E para estarem lá foi uma mistura de ansiedade e incerteza. É que mais de 1 milhão de pessoas estavam na fila, aguardando para efetuar a compra dos ingressos. “Foi uma verdadeira ‘Great War’ [nome da música]. Entramos uns 3/4 dias no site e só conseguimos no último dia. Pista comum foi a única que sobrou”, relembra ela.

Após 4 anos, enfim a realização do sonho

Victória Santos, de 22 anos, e sua namorada, já estão em solos cariocas, também aguardando o show de sábado (18). A estudante campo-grandense se tornou fã da Taylor no de sua adolescência. Em 2019 ela se preparava para viver a emoção da primeira tour da cantora no Brasil, com o ‘Lover Fest’, mas tudo foi cancelado devido à pandemia.

“Eu ia realizar esse sonho e ele foi adiado, eu achei que tinha acabado. Na época não consegui resgatar o e achei que não ia dar certo. Quando eu soube da ‘The Eras’, meio no momento que eu não tava planejando, mas eu dei um jeito, eu tinha que dar um jeito”, conta ela.

Victória, que também está com suas pulseiras da amizade no jeito, explica que “o que eu gosto na Taylor é a habilidade que ela tem de escrever. Ela escreve muito bem, é isso que destaca dela, é as narrativas que ela cria nas músicas, sejam elas baseadas na vida dela, que a gente tem algumas teorias… Mas ela também tem algumas que declara que são histórias fictícias e ela conta as histórias muito bem, ela envolve todo mundo na história e ela é muito boa em fazer isso. Eu realmente acredito que ela é uma compositora excelente e é minha referência de escrita”, explica a estudante, com admiração.

Apesar de o show ser só amanhã, Vic diz que suas expectativas são enormes e que já viveu um gostinho de como será sua noite de sábado ainda no aeroporto. “Eu estava no avião e quando eu cheguei em São Paulo tinha a galera que estava vindo pro Rio e foi muito legal. Você ver as pessoas nessa emoção pra ver ela, e usando camisetas com letra de música, de álbum, merchan da tour. (…) Então essa sensação de pertencimento é muito legal”, conta.