Se engana quem pensa que fetiche é um termo exclusivamente erótico. A palavra, que tem origem francesa, pode significar um objeto enfeitiçado, um comportamento desejado, ou, é claro, o mais conhecido: situação que desperta excitação sexual.

Fetiche também é considerado um sinônimo de feitiço, é qualquer ação ou desejo que simplesmente deixe uma pessoa “enfeitiçada”, inebriada com a possibilidade de fazer algo ou com a vontade de que algo aconteça.

O dicionário também define fetiche como um objeto que se cultua por supostamente possuir um valor mágico ou sobrenatural, um objeto com características mágicas.

Fetiches dos campo-grandenses

Sendo assim e partindo desse princípio, o Jornal Midiamax quis saber dos campo-grandenses quais os maiores fetiches de quem mora na Capital. Não necessariamente os relacionados ao prazer sexual, mas situação do dia a dia que trariam satisfação absoluta a quem mora em Campo Grande.

Em enquete nas redes sociais, os moradores responderam, mas não chegaram a um consenso sobre qual é o maior fetiche do campo-grandense. As respostas variadas são inusitadas e tem, de fato, muito a ver com a rotina da Capital. Entre elas estão:

“Chipa a 1 real”, “Arranjar emprego”, “Trabalhar de terça a sexta”, “Conciliar o horário de um busão com o outro”, “Ser clone de rico, devendo até a alma e fingir que é milionário” e “Ter uma praia” foram alguns bem específicos.

Na sequência, as respostas que mais se repetiram têm relação ao convívio em sociedade. “Meu fetiche é não pegar fila”, “Seria perfeito se as pessoas desses seta [no trânsito]”, “Não se estressar todos os dias” e “Não pegar trânsito e chegar na hora do trabalho”, pontuaram outros campo-grandenses.

+18

É claro que, no meio das respostas mais leves, os fetiches sexuais também apareceram. Entre os poucos que tiveram coragem de responder, a “podolatria”, interesse ou excitação sexual provocada pelos pés, liderou o ranking. Alguns campo-grandenses realmente sentem atração por um “pé bonito” ou simplesmente gostam de se ver pisados por um.

Independente do tipo, fetiche, de forma geral esteve presente na dramaturgia recente e jogou o assunto na roda. Tramas como “Pantanal” e “Verdades Secretas 2” exploraram o termo em sua natureza erótica.

O remake ambientado em Mato Grosso do Sul, por exemplo, abordou quirofilia e podolatria. Já “Verdades Secretas 2”, encerrada há duas semanas pela TV Globo, foi além. Isso porque a obra, classificada como não recomendada para menores de 18 anos, trazia à tona o universo da prostituição.

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