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Made in Pantanal: ´Transcendente´, o novo som de Leo Copetti pra curtir e adicionar à sua Playlist 

Disponível nas plataformas musicais, o EP do músico e compositor Leo Copetti é um convite a curtir um som de primeira, onde (o bom e velho) amor é a inspiração motriz. Intitulado “Transcendente”, o primeiro trabalho encabeçado de frente pelo artista, marca uma nova fase em sua carreira como cantor solo e autoral. Composto por 6 singles, Leo […]

Leandro Marques Publicado em 11/02/2021, às 11h50

Leo Copetti, Transcendente (foto: divulgação)
Leo Copetti, Transcendente (foto: divulgação) - Leo Copetti, Transcendente (foto: divulgação)

Disponível nas plataformas musicais, o EP do músico e compositor Leo Copettié um convite a curtir um som de primeira, onde (o bom e velho) amor é a inspiração motriz. Intitulado “Transcendente”, o primeiro trabalho encabeçado de frente pelo artista, marca uma nova fase em sua carreira como cantor solo e autoral.

Composto por 6 singles, Leo experimenta outras vertentes musicais, bebe da fonte da MPB e outras influências, o que difere de seus projetos relacionados à música eletrônica, em sua versão Produtor Musical e DJ.

“Pela primeira vez assumo mesmo meu nome como artista solo autoral ‘Leo Copetti’, cantor e compositor, e isso é uma novidade pra muita gente conhecida daqui que sempre me via ou taxava como “o Leo do eletrônico” ou o “Leo DJ” (risos). Em todos os trabalhos estavam lá as canções autorais, letras musicadas, e alguns vocais meus de vez em quando”, conta Leo. 

Transcendente é um resgate desse seu lado autoral, agora Leo assume os vocais e flerta mais profundamente com a música dita “tradicional” (baixo-guitarra-violão-bateria), uma linguagem não mais tão eletrônica e de programações complexas, mas mais instrumentalizada. 

Concebido em meio ao Pantanal sul-mato-grossense, inspiração definitivamente não faltou na produção do EP. “O trabalho é basicamente uma compilação de composições dos últimos anos, e muitas letras ou músicas foram escritas e feitas lá no Pantanal, ou sob absoluta inspiração de lá, onde vivo e trabalho por certas temporadas do ano paralelamente a minha vocação musical”, explica.

A Caminhada

Minha história com produção musical começa lá em meados dos anos 90 quando morava em Porto Alegre, tinha 18 anos e produzi uma fita demo com 16 canções autorais num estúdio bacana de lá. Já tocava violão e piano há muito tempo, e na época andava escrevendo letras e poesias freneticamente, e compondo muito mesmo na pegada ‘MPB’, ‘pop rock’, ‘reggae rock’. Esse fato me deixou profundamente marcado pra sempre pelo ambiente profissional dos estúdios e de lá
prá cá não parei mais, só ampliei as possibilidades de atuação profissional na música: virei músico de aparatos eletrônicos, produtor musical, compositor de trilhas para audiovisual, sound designer e microfonista de som-direto, proprietário de estúdio de gravação. 


Música Eletrônica

Um capítulo importante da minha trajetória é quando fui morar em Londres aos 20 de idade, de 1997 a 2000, lá bem no estouro das raves, e dos projetos e duos de música eletrônica… Essa experiência foi intensa pra mim e me abriu demais a cabeça, a partir dali fui estudar o amplo cenário da música eletrônica e seus infinitos gêneros, estilos e cenas, e acima de tudo os métodos de produção musical baseados na tecnologia musical e da música eletrônica em geral.

Encabecei vários projetos de eletrônica por aqui no MS nos últimos anos, teve o Every Single Soul lá nos anos 2000, depois na sequência o trio DELETRONICA, e mais recentemente o duo Sônico com o músico Ton Alves.

Transcendente

O que eu quis nesse álbum foi bem simplesmente cantar o ‘amor’, esse velho tema batido e rebatido, o amor com saudade, ou amor da ilusão, da fantasia ou da esperança. Mas com musicalidade, ora com ternura, ora energia e ritmo.

São todas canções autorais, mas em duas delas rolou parcerias. O produtor geral do trabalho foi meu colega Roberto Torminn, que fez a mixagem e produção das guitarras e baixos sobretudo, eu fui uma espécie de coprodutor e me autoproduzi os vocais, além de teclados e violões, mas rolou muitos outros músicos convidados também, como o Adriel Santos fazendo as baterias e percussões, Heber e Priscila Queiroz nos backings, e muito mais artistas bons, muita gente talentosa envolvida mesmo. Destaco uma camerata da Orquestra de Curitiba para a música título Transcendente. Essas gravações aconteceram sobretudo ao longo de 2018, finalizadas e mixadas em 2019, nada surge assim do nada né?


Audiovisual

No meu canal do Youtube, no Facebook e no Instagram (@leocopeetioficial) tem alguns vídeos rolando, nada ainda produzido de forma ‘pro’, mas nos formatos mais casuais, conteúdos mais caseiros e despojados. O vídeo de Seca Solidão foi muito bem recebido, com os músicos originais da faixa de estúdio, Melissa Azevedo, Renan Nonato, Ton Alves e Adriel Santos.

Outros planos e um novo papel

Em 2021 o plano é retomar os lançamentos, para breve, pois foram gravadas 12 músicas na verdade! A ideia sempre foi lançar dois EPs de 6 faixas cada, então esse ano vem mais lançamentos aí, rocks e MPBs bem autoral. As músicas já estão prontas, mixadas e masterizadas, no cartucho, só esperando para disparar. Enquanto isso, no meu universo particular, meu lançamento mais ansioso e esperado é a chegada do meu filho.

Acompanhe o trabalho de Leo Copetti, se inscreva em seu canal no YouTube (clique aqui); Siga seu Instagram (aqui) e Spotify (aqui) e deguste sem moderação.

Jornal Midiamax