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Eduardo Galvão participou de filme gravado em MS em 2015

O ator global Eduardo Galvão, morto nesta segunda-feira (7), no Rio de Janeiro, em decorrência do coronavírus, participou das gravações do filme “Em Nome da Lei”, baseado na vida do juiz federal Odilon de Oliveira. Ele contracenou com Mateus Solano e Paolla de Oliveira no filme rodado em Dourados, no Mato Grosso do Sul. Na […]

Marcos Morandi Publicado em 08/12/2020, às 09h57 - Atualizado às 10h03

Cena do filme em "Nome da Lei", gravado em Dourados. (Foto: Divulgação)
Cena do filme em "Nome da Lei", gravado em Dourados. (Foto: Divulgação) - Cena do filme em "Nome da Lei", gravado em Dourados. (Foto: Divulgação)

O ator global Eduardo Galvão, morto nesta segunda-feira (7), no Rio de Janeiro, em decorrência do coronavírus, participou das gravações do filme “Em Nome da Lei”, baseado na vida do juiz federal Odilon de Oliveira. Ele contracenou com Mateus Solano e Paolla de Oliveira no filme rodado em Dourados, no Mato Grosso do Sul.

Na trama, Eduardo Galvão interpretou delegado da Polícia Federal Elton e dividiu algumas cenas com a promotora Alice, vivida pela atriz Paolla de Oliveira e com o juiz Vitor interpretado por Solano. O filme foi dirigido por Sérgio Resende e contou ainda com a participação de Chico Diaz e Emilio Dantas, além de outros nomes como Juliana Lohmman, Carolina Chalita e Rômulo Estrela.

“De todos eles, os mais descontraídos e receptivos com os fãs eram Paolla de Oliveira e Eduardo. Ele era um cara muito brincalhão e tranquilo no trato com as pessoas. Guardo boas lembranças dos contatos que tivermos”, relata Carlos Fábio Selhorst dos Santos, que na época das gravações ocupava o cargo de secretário municipal de Cultura.

Segundo o ex-secretário, o ator, embora não fosse o protagonista principal do filme, foi um dos que mais se interessou pela história da cidade e ficava sempre perguntando sobre os costumes locais. “Era uma pessoa entusiasmada pela profissão e gostava muito de conversar com as pessoas. Fiquei muito triste com a morte dele”, comentou Carlos.

Além de atores conhecidos, ao longo da produção, o filme envolveu mais de 700 pessoas, entre artista locais, figurinistas e técnicos. As gravações começam em março de 2015 e se estenderam até maio. As cenas foram gravadas em mais de 70 locais, entre eles a Rua Cuaiabá, que serviu como fronteira seca. “Incialmente eles queriam ir para Ponta Porã, mas acabaram aceitando a minha sugestão”, disse Carlos.

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