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Com isolamento social, Museu de Arqueologia terá atividades audiovisuais e on-line

A UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) divulgou nesta quarta-feira (15) que pretende ampliar o acesso ao acervo do MuArq (Musei de Arqueologia). Neste período de isolamento social, o objetivo será lançar projetos audiovisuais por plataformas on-line. Segundo a arqueóloga coordenadora do museu, Lia Brambilla, os projetos devem ser lançado em agosto, com […]

Karina Campos Publicado em 15/07/2020, às 14h05 - Atualizado às 14h20

(Foto: Divulgação)
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A UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) divulgou nesta quarta-feira (15) que pretende ampliar o acesso ao acervo do MuArq (Musei de Arqueologia). Neste período de isolamento social, o objetivo será lançar projetos audiovisuais por plataformas on-line.

Segundo a arqueóloga coordenadora do museu, Lia Brambilla, os projetos devem ser lançado em agosto, com ciclo de palestras e abertura para participação da comunidade. Mesmo com impossibilidade de visitas presenciais, o museu deverá ter envolvimento de visitas à distância.

“Além de outras ações previstas para um momento posterior a este de isolamento, realizaremos agora por meio do programa de extensão palestras virtuais com professores e técnicos da UFMS e de outras instituições de ensino do Brasil e de outros países”, explicou Lia Brambilla.

Com isolamento social, Museu de Arqueologia terá atividades audiovisuais e on-line
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A programação de palestras será divulgada pelas redes sociais do museu. A coordenação também está desenvolvendo técnicas para catalogação e sistematização do acervo arqueológico, por meio so projeto “Salvamento arqueológico nas obras de implantação da Usina Hidrelétrica São Domingos e Linha de Transmissão UHE São Domingos – Água Clara, MS”.

“Ele abrange a numeração individual das peças, o registro fotográfico individual com escala, descrição, classificação da tipologia do material, pesagem, medição, descrição do estado de conservação e observações, além dos mapas com as coordenadas geográficas de localização das peças, que são cerca de 21.000”, informou a arqueóloga.

Umas das funcionalidades que já está ativa é o tuor virtual em 360º do local, disponível no site.

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