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Tradicional em SP, ‘buraco quente’ chega a CG e promete conquistar paladares

Sanduburaco fica na Feira Central e já cativou campo-grandenses

Carol Alencar Publicado em 11/08/2015, às 09h10

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Sanduburaco fica na Feira Central e já cativou campo-grandenses

Um lanche à base de pão francês com carne desfiada e que é sucesso garantido no interior de São Paulo. Ele mesmo, o ‘buraco quente’ enfim, chegou a Campo Grande e está localizado, mais precisamente, em uma barraca da Feira Central, a Sanduburaco.

Idealizado e montado pela ex-turismóloga, Kilza Mathias de Souza, o novo ponto culinário é, como ela mesma disse ao MidiaMAIS, uma aposta a nova opção gastronômica aos campo-grandenses.

“A gente pensou em algo que ainda não existisse em Campo Grande e priorizamos um lanche que leva carne, uma vez que, praticamente 90% da população aqui consome carne e estamos tentando; a ideia era justamente pensar numa refeição de baixa gastronomia que fosse acessível a todos”, conta Kilza que também tem uma confeitaria, a ‘Eu Amo Doces – Boutique de Bem Casados’

O novo empreendimento, que foi inaugurado há uma semana, bem na época do Festival do Sobá na Feirona, já conquistou paladares em tão pouco tempo.

“As pessoas ficaram encantadas, porque é uma comida rápida e daquela ‘estilo de rua’ e pronta para quem quer passear, olha a feira e degustar um lanche gostoso”, diz.

Ainda de acordo com a proprietária, o Buraco Quente servido em solos sul-mato-grossenses é totalmente genuíno.  “A gente quis trazer a novidade só que, investimos nas carnes regionais, tudo que fazemos é produzido aqui, para incentivar a nossa produção”, argumenta.

Kilza tem como sócio o chef e professor do curso de culinária do Senac, Adriano Torres Flores, que também colaborou na montagem do cardápio.

“Para deixar mais MS possível, criamos um lanche que leva pão francês com minipedacinhos de linguiça Maracaju, foi o que saiu durante o Festival”, lembra.

Origem

O Buraco Quente é de origem europeia e, segundo Kilza, alguns dizem que se originou em Portugal mas que há controvérsias que foi na Alemanha. “Mas o forte mesmo, aqui no Brasil é em São Paulo”, diz.

A ideia de conhecer o mundo da comida salgada surgiu quando Kilza fazia um curso de alta gastronomia na região. “Queria trazer algo que nunca existiu em Campo Grande”.

Para não deixar ninguém de fora, o Saduburaco pensou também em agradar os vegetarianos. “Criamos um sanduíche com carne de soja e molho natural para quem não é adepto de carne”, comenta. Já para eventos, a empresária diz que leva até festas ou aniversários, o ‘Sanduburaquinho’, que é uma maneira a mais da pessoa conhecer o pãozinho recheado de carne.

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