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Reino Unido recebe primeiro lote de vacina e inicia maior imunização em massa da história

Hospitais de todo o Reino Unido – Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte – começaram a receber os primeiros lotes da vacina da Pfizer contra o coronavírus, vírus causador da Covid-19, e inicia o maior programa de imunização em massa da história. As informações são do jornal britânico Daily Mail. Imagens divulgadas […]

Gabriel Maymone Publicado em 06/12/2020, às 17h59

Centros no Reino Unido começaram a receber o primeiro lote da vacina contra Covid-19. (Foto: Reprodução / Daily Mail)
Centros no Reino Unido começaram a receber o primeiro lote da vacina contra Covid-19. (Foto: Reprodução / Daily Mail) - Centros no Reino Unido começaram a receber o primeiro lote da vacina contra Covid-19. (Foto: Reprodução / Daily Mail)

Hospitais de todo o Reino Unido – Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte – começaram a receber os primeiros lotes da vacina da Pfizer contra o coronavírus, vírus causador da Covid-19, e inicia o maior programa de imunização em massa da história. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Imagens divulgadas pelo centro nacional de saúde do Reino Unido mostram técnicos de farmácia mascarados no Hospital Universitário de Croydon, em Croydon, cidade na região metropolitana de Londres, recebendo a primeira remessa da vacina.

O governo britânico já recebeu 800 mil das 357 milhões de doses encomendadas. A expectativa, segundo o noticiário, é de que até o fim do ano 10 milhões de doses cheguem ao governo.

Assim, a vacinação será administrada em dezenas de centros de hospitais a partir de terça-feira (8). Então, pessoas com 80 anos ou mais, bem como trabalhadores domiciliares, serão os primeiros a receber a vacina, que se mostrou 95 por cento eficaz no bloqueio da infecção por Covid-19, junto com trabalhadores do NHS – serviço público de saúde como o SUS – que estão em maior risco.

As autoridades de saúde estão confiantes com a vacina. A doutora June Raine, diretora-executiva da Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde, disse que deve haver “confiança real” no rigor de sua aprovação em meio a temores de que o Reino Unido não tenha examinado os dados dos fabricantes para se tornar o primeiro país a o mundo a carimbar seu uso.

Jornal Midiamax