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População de Assentados de MS depende de assistência técnica para não virar Favela Rural

Chefe da Agraer acredita que autonomia financeira do pequeno produtor é a principal forma de reter famílias assentadas

Midiamax Publicado em 14/01/2015, às 19h52

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Chefe da Agraer acredita que autonomia financeira do pequeno produtor é a principal forma de reter famílias assentadas

No Estado, 30 mil famílias vivem da Agricultura Familiar, sendo que apenas um terço delas tem acesso à assistência técnica para a geração de renda no campo. No entanto, a retenção do assentado de Mato Grosso do Sul, assim como em outras áreas do País, depende expressivamente de projetos sociais do Governo Federal, como admite a Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA/MS). O suporte aos pequenos produtores deve ser ampliado em 2015 para mais 10% dos lotes ocupados nos 179 projetos locais de assentamento.

“São atualmente 9983 famílias atendidas pelo INCRA em nosso Estado, que acompanha de perto a realidade de instalação dos pequenos produtores, seja ela da cultura de produção na propriedade, ou até a infraestrutura vigente no que diz respeito condição social da população do Projeto de Assentamento. Há uma Chamada Pública para ampliarmos esse número em mais 3315 lotes assistidos, que seleciona no momento o corpo técnico para a realização dessa amparo. A dignidade na Área Rural hoje é garantida, principalmente no caso dos projetos de Agricultura Familiar, graças aos Projetos Sociais do Governo Federal”, esclarece o superintendente adjunto do INCRA/MS, Celso Menezes.

Além do suporte técnico profissional ao assentado, outras carências são vigentes na Área Rural para a determinação da Qualidade de Vida, como por exemplo a condição das estradas de acesso, atendimento público de Saúde ou acesso a habitação popular e coisas básicas na cidade: rede de luz e água. De acordo com o novo presidente da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (AGRAER) ,Enelvo Felini, o Governo de Reinaldo Azambuja pretende trabalhar para diminuir o isolamento do pequeno produtor, capitalizar a produção da Agricultura Familiar e dar mais celeridade a autonomia do assentados, principalmente o que residem em projetos que figuram ainda no estágio de desenvolvimento.

“Não se pode fazer Reforma Agrária com a pessoa ingressando na sua terra sem ter uma casa, no barraco de lona, sem acesso à luz elétrica ou água. Outro ponto que precisa também de uma estrutura inicial básica são as estradas de acesso aos Projetos de Assentamento, senão o pequeno produtor fica isolado. Se a propriedade fica a 50 ou 60 Km de uma área de consumo tentaremos colaborar no escoamento do que é produzido pelo lote, com acesso à linhas de crédito e apoio ao crescimento dessa oferta. Atualmente 85% do que é abastecido no Ceasa (Central de Abastecimento e de a comercialização de produtos da hortifruticultura) vem de outro Estado e precisamos mudar isso”, reflete Enelvo sobre a saída do novo Governo para se evitar a criação de favelas rurais nos assentamentos onde a geração de renda e estrutura das famílias é carente.

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A distribuição do atendimento dos Ministérios ao pequeno produtor, citada por Celso Menezes, diz respeito a divisão de projetos sociais de responsabilidade Federal, que operam para melhoria da qualidade de renda e infraestrutura na Área Rural, como por exemplo o ‘Luz para Todos’, incumbido de ampliar as ligações de energia elétrica no País. Uma das metas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para os próximos quatro anos é de aumentar a Classe Média no Campo, objetivo citado pela titular da pasta Kátia Abreu ainda na posse no início desse ano. Assistência Técnica, Crédito Fundiário e Políticas de Habitação estão entre as ferramentas para vencer o desafio. 

No Estado, 30 mil famílias vivem da Agricultura Familiar, sendo que apenas um terço delas tem acesso à assistência técnica para a geração de renda no campo. No entanto, a retenção do assentado de Mato Grosso do Sul, assim como em outras áreas do País, depende expressivamente de projetos sociais do Governo Federal, como admite a Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA/MS). O suporte aos pequenos produtores deve ser ampliado em 2015 para mais 10% dos lotes ocupados nos 179 projetos locais de assentamento.

“São atualmente 9983 famílias atendidas pelo INCRA em nosso Estado, que acompanha de perto a realidade de instalação dos pequenos produtores, seja ela da cultura de produção na propriedade, ou até a infraestrutura vigente no que diz respeito condição social da população do Projeto de Assentamento. Há uma Chamada Pública para ampliarmos esse número em mais 3315 lotes assistidos, que seleciona no momento o corpo técnico para a realização dessa amparo. A dignidade na Área Rural hoje é garantida, principalmente no caso dos projetos de Agricultura Familiar, graças aos Projetos Sociais do Governo Federal”, esclarece o superintendente adjunto do INCRA/MS, Celso Menezes.

Além do suporte técnico profissional ao assentado, outras carências são vigentes na Área Rural para a determinação da Qualidade de Vida, como por exemplo a condição das estradas de acesso, atendimento público de Saúde ou acesso a habitação popular e coisas básicas na cidade: rede de luz e água. De acordo com o novo presidente da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (AGRAER) ,Enelvo Felini, o Governo de Reinaldo Azambuja pretende trabalhar para diminuir o isolamento do pequeno produtor, capitalizar a produção da Agricultura Familiar e dar mais celeridade a autonomia do assentados, principalmente o que residem em projetos que figuram ainda no estágio de desenvolvimento.

“Não se pode fazer Reforma Agrária com a pessoa ingressando na sua terra sem ter uma casa, acesso à luz elétrica ou água. Outro ponto que precisa também de uma estrutura inicial básica são as estradas de acesso aos Projetos de Assentamento, senão o pequeno produtor fica isolado. Se a propriedade fica a 50 ou 60 Km de uma área de consumo tentaremos colaborar no escoamento do que é produzido pelo lote, com acesso à linhas de crédito e apoio ao crescimento dessa oferta. Atualmente 85% do que é abastecido no Ceasa (Central de Abastecimento e de a comercialização de produtos da hortifruticultura) vem de outro Estado e precisamos mudar isso”, reflete Enelvo sobre a saída do novo Governo para se evitar a criação de favelas rurais nos assentamentos onde a geração de renda e estrutura das famílias é carente.

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A distribuição do atendimento dos Ministérios ao pequeno produtor, citada por Celso Menezes, diz respeito a divisão de projetos sociais de responsabilidade Federal, que operam para melhoria da qualidade de renda e infraestrutura na Área Rural, como por exemplo o ‘Luz para Todos’, incumbido de ampliar as ligações de energia elétrica no País. Uma das metas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para os próximos quatro anos é de aumentar a Classe Média no Campo, objetivo citado pela titular da pasta Kátia Abreu ainda na posse no início desse ano. Assistência Técnica, Crédito Fundiário e Políticas de Habitação estão entre as ferramentas para vencer o desafio. 

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