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Sob ameaça de fechar lixão, catadores de recicláveis reivindicam prazo para transição

Após 24 horas do fechamento do lixão no Dom Antônio Barbosa, região sudoeste de Campo Grande, por liminar judicial, os catadores de produtos recicláveis realizam uma manifestação no local sobre o assunto. Eles pedem um prazo para que a área de transição seja construída. “É daqui que tiramos nosso ganha pão. Entendemos o porque que […]

Arquivo Publicado em 03/06/2014, às 13h33

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Após 24 horas do fechamento do lixão no Dom Antônio Barbosa, região sudoeste de Campo Grande, por liminar judicial, os catadores de produtos recicláveis realizam uma manifestação no local sobre o assunto. Eles pedem um prazo para que a área de transição seja construída.


“É daqui que tiramos nosso ganha pão. Entendemos o porque que foi fechado e qual é o objetivo da Justiça, mas eles esqueceram de dar um prazo para a Solurb construir uma área segura em que poderemos trabalhar dignamente”, enfatiza Rodrigo Leão, presidente dos catadores de recicláveis.


Pelo local há aproximadamente 150 catadores que pedem por uma solução. “Sem prazo, nosso medo é que a empresa possa empurrar isso com a barriga e ninguém fará nada, pois não tem prazo para esta adequação”, afirma Rodrigo.


INTERVENÇÃO


Eles prometem bloquear as entradas do Lixão, impedindo que os caminhões descarreguem. “Nosso protesto é pacífico, mas se não tivermos respostas, a partir das 11 horas vamos fechar as entradas”, revela.


Ele explica que a intenção é se manter no local. “Mesmo se a polícia vir aqui, não vamos sair sem uma resposta da Justiça, mas como eu disse, nosso protesto é pacífico e não vamos entrar em confronto com eles, já estão todos avisados”, explica o presidente.

Jornal Midiamax