Professores suspendem greve e bloqueio da MS-156 em Dourados

Os trabalhadores em educação de Dourados decidiram suspender a greve na Rede Municipal de Ensino. A decisão foi tomada durante assembleia realizada no Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação) no fim da tarde desta sexta-feira. Ao mesmo tempo chegou ao fim o bloqueio promovido por educadores indígenas à MS-156. A categoria condiciona o retorno às […]
| 02/08/2014
- 05:44
Professores suspendem greve e bloqueio da MS-156 em Dourados

Os trabalhadores em educação de Dourados decidiram suspender a greve na Rede Municipal de Ensino. A decisão foi tomada durante assembleia realizada no Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação) no fim da tarde desta sexta-feira. Ao mesmo tempo chegou ao fim o bloqueio promovido por educadores indígenas à MS-156.

A categoria condiciona o retorno às aulas já a partir de segunda-feira (4) ao atendimento das reivindicações feitas à prefeitura. Durante reunião ocorrida nesta tarde na Câmara Municipal, representantes do Executivo assumiram compromissos com os educadores, intermediado pelos vereadores.

Foi estabelecido neste encontro que a administração municipal vai extinguir, de imediato, todos os processos judiciais movidos contra o movimento grevista. Isso incluiu a ação que declara a greve ilegal e abusiva, além da multa aplicada pelo Imam (Instituto Municipal de Meio Ambiente) por poluição sonora, de R$ 4,8 mil

Segundo o Simted, ficou acordado que a prefeitura vai prosseguir com as análises para inclusão dos servidores administrativos no PCCR (Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações) dos educadores. As reivindicações dos trabalhadores na educação indígena foram acolhidas e serão intermediadas pelo Legislativo.

Já com relação ao Piso Salarial de 20 horas para os integrantes do Magistério, a prefeitura assumiu o segundo o Simted, compromisso de apresentar, até o dia 15 de outubro, o Projeto de Lei que estabelece essa política a partir de 2016 ou 2017, conforme já havia sido proposto no fim de abril.

No entanto, caso a prefeitura não consiga comprovar a inviabilidade jurídica e orçamentária desse pleito até a data prevista para apresentação do projeto, uma nova proposta deve estar disponível na mesma data. Segundo a vice-presidente do Simted, Gleice Barbosa, caso as propostas não sejam cumpridos, os educadores não descartam a possibilidade de nova greve.

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