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Por meia hora, caloura de arquitetura ficou no chão sem ser socorrida

A colega de sala de Alana Cristina dos Santos, de 18 anos, e também acadêmica do curso de arquitetura e urbanismo, Luana Gonçalves, de 18 anos, informou que viu a jovem no chão por meia hora, sem qualquer tipo de auxilio de universidade. A jovem acabou morrendo no local.  Ambas estão no 1º semestre da […]

Arquivo Publicado em 19/03/2014, às 15h52

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A colega de sala de Alana Cristina dos Santos, de 18 anos, e também acadêmica do curso de arquitetura e urbanismo, Luana Gonçalves, de 18 anos, informou que viu a jovem no chão por meia hora, sem qualquer tipo de auxilio de universidade. A jovem acabou morrendo no local. 

Ambas estão no 1º semestre da universidade e tudo ainda é novidade para os jovens. “Quando deu o intervalo, eu corri para a xerox, pois um trabalho para entregar, na volta, a vi no chão e algumas meninas da minha sala junto. Perguntei o que era ‘e disseram que ela tinha passado mal”, conta. 
A jovem foi para o banheiro e quando saiu, percebeu que a colega continuava no mesmo local acompanhada apenas por amigas do mesmo semestre. “Desta vez a boca dela em volta estava branca, ela mal conseguia respirar e não tinha nada que a gente pudesse fazer”, comenta. 
Luana disse que entrou na sala e as aulas tinha começado. “Do intervalo que foi 8h30 até a dispensa da gente umas 10 horas, uma hora antes de sairmos, tivemos aula normal. Eles só liberaram a gente, porque os socorristas estavam tentando reanimar ela e não estava conseguindo. Algumas pessoas começaram a sair das salas para ver”, lembra. 
A acadêmica, assim as demais pessoas tiveram que sair do Bloco IV, que funciona o curso de arquitetura e urbanismo, e de pouco a pouco foram dispensando os demais blocos. 
Entenda o caso 
A acadêmica de arquitetura e urbanismo, Alana, morreu depois de sofrer um mal súbito, por volta das 8h30, dentro da uma universidade onde estuda. O curso de medicina da própria universidade, assim como o Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) foram avisados sobre o atendimento a jovem. Alana se sentiu mal, tentou se escorar na parede, mas caiu. 
Ela bateu a cabeça no chão e teve convulsões no corredor do bloco IV, do seu curso. 
Mesmo a jovem caída, aulas continuaram normalmente e apenas duas colegas dela ficaram no local cuidando de Alana. 
O curso de medicina demorou meia hora para sair de um bloco para o outro, dentro da mesma universidade. Já a equipes do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) chegaram ao local após quarenta minutos. Eles tentaram reanimar a jovem, mas ela não resistiu.
Jornal Midiamax