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Para manter caso vivo, página sobre Erlon é criada no Facebook e já tem 8 mil curtidas

Com o intuito de manter o caso vivo, uma página com o nome do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, de 32 anos, foi criada na rede social do Facebook. Existente há dois dias, a página já tem um pouco mais de 8,3 mil seguidores.  Na página são postadas matérias sobre o caso, fotos da família, […]

Arquivo Publicado em 10/04/2014, às 17h09

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Com o intuito de manter o caso vivo, uma página com o nome do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, de 32 anos, foi criada na rede social do Facebook. Existente há dois dias, a página já tem um pouco mais de 8,3 mil seguidores. 

Na página são postadas matérias sobre o caso, fotos da família, frases de conforto para a família, além de indignações da população em tratar com mais rigor este tipo de crime, onde há requintes de crueldades. O episódio tomou repercussão pela frieza da quadrilha, que é formada por jovens e adolescentes, que tem passagens criminais. 
ENTENDA O CASO 
Erlon foi atraído pela quadrilha no dia 1ª de abril por meio de um anuncio da internet, onde ele havia oferecido um Golf, de cor prata. A vítima se encontrou com um dos suspeitos próximo a uma fábrica de refrigerantes, que fica na saída para São Paulo. O criminoso convenceu o empresário de ir até o Bairro São Jorge da Lagoa – área sudoeste da Capital, para mostrar o carro a uma tia, que seria a nova proprietária. 
No local a vítima percebeu que se tratava de um roubo. Na casa da adolescente, ele foi morto com um tiro na cabeça. O corpo foi arrastado até o quintal e jogado em uma vala, ao lado da fossa. Por cima, foi colocado lixo. Já o Golf foi levado para uma funilaria, onde estava pintado de branco e com placas de Ponta Porã (MS). 
OUTRO CRIME 
Por meio de investigações, a Defurv (Delegacia Especializada de Furtos de Roubos de Veículos) descobriu que a quadrilha que praticou o latrocínio – roubo seguido de morte – do empresário Erlon, também é responsável pela morte de Jadson Diego dos Santos Romualdo, de 25 anos, ocorrido no dia 6 de fevereiro. 
Na época, Jadson Diego ganhou o prêmio de R$ 10 mil de um título de capitalização. Na volta para a casa no Parque do Lageado – área sudoeste, ele foi abordado pelos suspeitos que roubou o dinheiro, matou a vítima e a queimou próximo ao lixão da Capital – que fica também na região sudoeste. 
A ossada carbonizada foi encontrada por populares após 13 dias. Além disso, amigos da vítima já haviam registrado um o desaparecimento de Jadson Diego. 
O inquérito ainda não foi concluído, porém a polícia apurou algumas informações sobre as possíveis causas do assassinato. Dentre os suspeitos, um deles é o mesmo que participou do latrocínio do empresário, e por canta disso, a delegada responsável pela investigação, Maria de Lourdes Souza Cano, chegou até a quadrilha. 
Os suspeitos foram identificados como sendo Thiago Henrique Ribeiro, de 21 anos, que trabalha em uma fábrica de refrigerantes na saída para São Paulo, o pedreiro Jeferson dos Santos Souza, de 21 anos, Rafael Diogo, conhecido como “Tartaruga”, de 21 anos, empregado de uma lavanderia de hospital, e o funileiro Athaíde Pereira, de 50 anos. Além de uma adolescente de 17 anos, que teve a identificação preservada, conforme prevê o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

Jornal Midiamax