Monje considera corriqueiro envolvimento de parlamentares em fraudes no Congresso

O candidato ao governo pelo PSTU, Professor Monje, disse que possível envolvimento de seu concorrente, senador Delcídio do Amaral (PT), à suposta fraude para forjar depoimentos à CPI da Petrobrás é “prática corriqueira do Congresso”. O petista poderá responder por quebra de decoro parlamentar se comprovada sua participação. “É prática corriqueira desse Congresso. Um acordo espúr...
| 03/08/2014
- 17:59
Monje considera corriqueiro envolvimento de parlamentares em fraudes no Congresso

O candidato ao governo pelo PSTU, Professor Monje, disse que possível envolvimento de seu concorrente, senador Delcídio do Amaral (PT), à suposta fraude para forjar depoimentos à CPI da Petrobrás é “prática corriqueira do Congresso”. O petista poderá responder por quebra de decoro parlamentar se comprovada sua participação.

“É prática corriqueira desse Congresso. Um acordo espúrio de todos envolvidos com governo federal”, afirmou Monje. O candidato do PSTU reiterou a ideologia do partido em apurar qualquer irregularidade. “Nossa defesa é apurar qualquer denúncia”, completou.

Segundo a revista Veja, vários ouvidos no caso teriam recebido previamente perguntas e, além disso, com auxílio de lideranças ligadas diretamente ao governo federal, combinado as respostas entre si.

Na publicação, a revista revela um vídeo, com 20 minutos de duração, de reunião entre o chefe do escritório da Petrobras em Brasília (DF), José Eduardo Sobral Barrocas, um advogado da empresa, Bruno Ferreira, e uma terceira pessoa, ainda desconhecida, na qual é tramada “uma fraude caracterizada pela ousadia de obter dos parlamentares da CPI da Petrobras as perguntas que eles fariam aos investigados e, de posse delas, treiná-los para responder a elas”, conforme descreve texto da própria revista.

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