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Lucro do Facebook cresce 717% em um ano

O Facebook registrou lucro líquido de 523 milhões de dólares no quarto trimestre de 2013, alta de 717% em relação ao mesmo período de 2012 (64 milhões de dólares), informou a empresa nesta quarta-feira. A rede social também teve um acréscimo em sua base de usuários no mesmo período, alcançando 1,23 bilhão de cadastrados – […]

Arquivo Publicado em 30/01/2014, às 00h40

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O Facebook registrou lucro líquido de 523 milhões de dólares no quarto trimestre de 2013, alta de 717% em relação ao mesmo período de 2012 (64 milhões de dólares), informou a empresa nesta quarta-feira. A rede social também teve um acréscimo em sua base de usuários no mesmo período, alcançando 1,23 bilhão de cadastrados – alta de 16%.


O destaque, no entanto, está no universo dos dispositivos móveis: quase oito a cada dez pessoas acessam o site por meio de um smartphone ou tablet. Foi o sétimo resultado financeiro apresentado pela rede social desde que se tornou uma empresa de capital aberto, em maio de 2012.


A base de usuários móveis que acessam por smartphones ou tablets alcançou a marca de 945 milhões de usuários no fim de 2013, avanço de 39% em relação ao mesmo período de 2012. A rede social também informou que sua receita trimestral foi de 2,58 bilhões de dólares, um aumento de 63% em relação ao registrado no mesmo período de 2012: 1,06 bilhão. Do montante total faturado, 2,34 bilhões de dólares provêm de publicidade, o equivalente a 90%. O registro está ligeiramente acima do esperado por analistas financeiros.


Mais da metade da receita publicitária (53%) é decorrente dos anúncios apresentados em dispositivos móveis, universo altamente criticado por investidores quando a rede ingressou ao mercado financeiro, em maio de 2012.


O Facebook não se pronunciou sobre a possível saída de jovens do serviço, assunto recorrente nos últimos meses. Em dezembro, o jornal britânico The Guardian apresentou o estudo Global de Impacto de Mídia Social, que revelou a preferência de jovens entre 16 e 18 anos por Twitter, Instagram e Snapchat. “O Facebook não está apenas em decadência, está basicamente morto e enterrado”, disse Daniel Miller, antropólogo líder da equipe de pesquisa e professor do University College, de Londres.

Jornal Midiamax