Geral

Jovem que atropelou motociclista e se negou a fazer bafômetro é solto após pagar R$ 724

Alisson Bruno da Silva de 24 anos, motorista aparentemente embriagado que atropelou e matou o motociclista Antônio Francisco da Silva de 59 anos, foi preso e posteriormente solto, após pagar uma fiança de R$ 724 na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), Centro. Antônio Francisco foi levado à Santa Casa, onde morreu por volta de […]

Arquivo Publicado em 14/09/2014, às 22h52

None
1322328361.jpg

Alisson Bruno da Silva de 24 anos, motorista aparentemente embriagado que atropelou e matou o motociclista Antônio Francisco da Silva de 59 anos, foi preso e posteriormente solto, após pagar uma fiança de R$ 724 na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), Centro. Antônio Francisco foi levado à Santa Casa, onde morreu por volta de 11h20.

Como o rapaz se recusou a fazer o teste de bafômetro, a BPtran (Batalhão de Trânsito), fez um termo de constatação de embriaguez, antes de ele ser levado à delegacia. Ele responde por homicídio culposo.

De acordo com testemunhas, Antônio Francisco estava em uma motocicleta Yamaha YBR 125 seguindo pela Via Park, quando Alisson que dirigia um Peugeot 208, branco, placas OOL-8713, de Campo Grande (MS), que seguia pela Rua Naviraí, não respeitou a sinalização e colidiu com a moto.

Em seguida, ele tentou fugir. Na garupa da moto estava Marli Bueno dos Santos, 48, que ficou ferida no acidente, e foi levada para atendimento médico, e está internada em estado grave na Santa Casa.

Duas mulheres em outra motocicleta que passava pelo local, viram o acidente e a tentativa de fuga, e chegou a pular sobre o carro para conter o motorista. O Corpo de Bombeiros foi acionado e o BPTran (Batalhão de Policiamento de Trânsito).

Os militares socorreram os idosos que estavam na motocicleta. Eles foram encaminhados para a Santa Casa de Campo Grande.

Enquanto isso, os populares contaram que o motorista apresentava sinais de embriaguez. Diante da polícia, ele não quis fazer o teste de etilômetro e repetia que só faria o exame ou falaria algo diante do advogado.

Além disso, o condutor chegou a partir para cima de uma das testemunhas que estavam sendo ouvidam pelos policiais.

Jornal Midiamax