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Joenildo nega fechamento do Juizado das Moreninhas, que atende mais de cem mil

Rumores sobre fechamento da unidade que leva atendimento do judiciário sul-mato-grossense aos moradores de mais de 50 bairros ganharam força com compra de prédio no centro da Capital.

Arquivo Publicado em 14/02/2014, às 12h38

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Rumores sobre fechamento da unidade que leva atendimento do judiciário sul-mato-grossense aos moradores de mais de 50 bairros ganharam força com compra de prédio no centro da Capital.

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Joenildo de Souza Chaves, desmentiu na manhã desta sexta-feira (14) os rumores sobre o fechamento do Juizado da Moreninha, que atende uma população de mais de cem mil pessoas e teve cogitada a transferência para o prédio adquirido pelo judiciário no centro de Campo Grande.

Com a eventual mudança, a população atualmente atendida nas Moreninhas teria que se deslocar até a região central da Capital, num trajeto de aproximadamente 15 quilômetros, com duração de mais de um hora, pelo transporte coletivo.

Segundo Joenildo, no entanto, não existe a possibilidade de fechamento da unidade que leva atendimento do judiciário sul-mato-grossense aos moradores de mais de 50 bairros, todos com alta densidade populacional, na região sul de Campo Grande.

“O que ocorre é que estamos fazendo levantamentos no estado para otimizar o atendimento e levar mais acesso à população. Se houver produtividade que justifique, podemos inclusive ampliar a estrutura do Juizado da Moreninha”, assegurou.

Novo prédio

Os rumores ganharam força quando o TJ-MS comprou um prédio na região central de Campo Grande, que poderia centralizar vários juizados, inclusive o da Moreninha. “No prédio adquirido no centro da Capital vamos disponibilizar atendimento com acesso facilitado para a população”, explica Joenildo.

O novo prédio, antigo Shopping 26 de Agosto, abrigará os juizados que atualmente funcionam na unidade da Joaquim Murtinho, Varas da Infância, e um Núcleo de Solução de Conflitos. A intenção, segundo o TJ-MS, é tornar mais fácil para população mais carente o acesso aos serviços mais comuns para esta faixa do público.

Há ainda a possibilidade de instalar no mesmo prédio uma unidade do Detran-MS, uma Casa da Cidadania, com serviços como emissão de documentos pessoais, e até agência dos Correios.

Abrangência

Segundo informações do website do Tribunal de Justiça de MS, a competência do Juizado da Moreninha abrange: Bairro Universitário, Novo Horizonte, Santa Abadia, Jardim Ametista, Jardim Bálsamo, Jardim Campina Verde, Jardim Campo Alto, Jardim Campo Limpo, Jardim Campo Nobre, Jardim Canguru, Jardim Centro Oeste, Jardim Cidade Morena, Jardim Colibri, Jardim das Meninas,Jardim das Perdizes, Jardim Dom Antônio Barbosa, Jardim Gramado, Jardim Indianópolis, Jardim Itamaracá, Jardim Los Angeles, Jardim Macapá, Jardim Marajoara, Jardim Mário Covas, Jardim Moema, Jardim Monumento, Jardim Morada do Sol, Jardim Nashiville, Jardim Nossa Senhora Perpétuo Socorro, Jardim Pacaembú, Jardim Paulo Coelho Machado, Jardim Santa Felicidade, Jardim Sumatra, Jardim Tropical, Jardim Uirapuru, Jardim Vespasiano Martins, João Scarano, Moreninha I, Moreninha II, Moreninha III, Moreninha IV, Nova Capital, Parte da Chácara do Lageado, Porto Seguro, Parque do Lageado, Pq. do Sol, Pq. Novo Século, Rec. Das Palmeiras, Res. Betaville, Res. Ilhéus, Sitioca Alvorada, Universitárias, Vila Alves Pereira, Vila Antunes, Vila Concórdia, Vila Dr. Albuquerque, Vila Julieta, Vila Pequena Flor, Vila Santo. Eugênio.

Jornal Midiamax