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EUA: comediante diz que palestinos “merecem estar mortos”

O comediante americana Joan Rivers disse, em resposta a um repórter da TMZ, que os palestinos “merecem estar mortos”, que são “um povo muito idiota” e aqueles que foram mortos são os “com o QI mais baixo”. Apesar da resposta ter sido gravada em vídeo, posteriormente ela publicou em sua conta no Facebook que seu […]

Arquivo Publicado em 09/08/2014, às 18h42

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O comediante americana Joan Rivers disse, em resposta a um repórter da TMZ, que os palestinos “merecem estar mortos”, que são “um povo muito idiota” e aqueles que foram mortos são os “com o QI mais baixo”. Apesar da resposta ter sido gravada em vídeo, posteriormente ela publicou em sua conta no Facebook que seu comentário foi “tirado de contexto.”


Quando o repórter disse que quase 2 mil palestinos haviam sido mortos durante a ofensiva israelense, Rivers – que em outras ocasiões já havia defendido Israel – colocou as mãos no rosto em tom de ironia e retrucou: “meu deus! Diga isso ao povo de Hiroshima!”. Em seguida, completou: “quando você declara guerra, você declara guerra. Eles começaram isso. Nós agora não contamos quem está morto. Você está morto, você merece estar morto. Não se atreva a tentar me fazer sentir mal por causa disso”.


A comediante declarou ainda que o governo do Hamas na Faixa de Gaza é “terrorista.” O repórter lembrou então que o governo havia sido eleito de forma democrática, ao que Rivers respondeu: “eles foram eleitos por um povo muito estúpido que não tem nem um lápis”.


Ela finalizou culpando os próprios palestinos por estarem mortos. “Eles foram avisados para irem embora. Eles não saíram. Se você não sai, você é um idiota. Pelo menos aqueles que foram mortos são os com um baixo QI”.


Arrependida, a comediante escreveu uma mensagem em seu Facebook explicando o que seria um mal entendido. “O que eu disse é que a guerra é um inferno e infelizmente existem civis que são vítimas de um conflito político. Nós, os Estados Unidos, certamente sabemos disso, já que 69 anos depois nós ainda sentimos a culpa por Hiroshima e Nagasaki”.

Jornal Midiamax