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Droga é encontrada em casa incendiada no Los Angeles onde bebê morreu

Policiais civis e peritos criminais encontraram diversas drogas dentro da casa, onde Ketlyn Gabriela da Cruz Santos, de 1 ano e 8 meses, morreu em consequência de um incêndio. O fato aconteceu na tarde de ontem, no Jardim Los Angeles – região sul de Campo Grande. O caso foi registrado pela Depac (Delegacia de Pronto […]

Arquivo Publicado em 10/03/2014, às 14h42

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Policiais civis e peritos criminais encontraram diversas drogas dentro da casa, onde Ketlyn Gabriela da Cruz Santos, de 1 ano e 8 meses, morreu em consequência de um incêndio. O fato aconteceu na tarde de ontem, no Jardim Los Angeles – região sul de Campo Grande. O caso foi registrado pela Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do bairro Piratininga e deve ser encaminhado à Depca (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente). 

Durante a perícia no imóvel, que foi incendiado, foram apreendidos papelotes de maconha, cocaína, cachimbo, forma de alumínio e um prato, ambos com sinais de entorpecentes. Além disso, foi apurado que, a mãe da criança, Denise Alves da Cruz, de 27 anos, e o padrasto, que não teve o nome divulgado, não estavam no imóvel quando o fato aconteceu. 
A menina estava acompanhada de uma cadeirante, identificada apenas como Maria de Fátima, quando o incêndio começou. Tanto a bebê, quanto a cadeirante tiveram queimaduras pelo corpo e foram socorridas, por populares e vizinhos.
Elas foram encaminhadas à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Universitário. 
Por conta da gravidade dos ferimentos, a criança morreu no posto de saúde.
As pessoas que tentaram socorrer a bebê, foram encaminhadas para a Polícia Civil para prestar depoimento de como o fato ocorreu e o que teriam visto. Além disso, elas foram ao imóvel incendiado para auxiliar no trabalho dos peritos. 
Os peritos estão apurando como o incêndio começou, pois informações preliminares dão conta de que, boa parte das chamas destruíram o berço, local onde Ketlyn Gabriela estava. Não é descartada a possibilidade de um incêndio criminoso. O caso foi registrado como abandono de incapaz, qualificado se o fato resulta em morte, além de morte a esclarecer e porte de drogas.
Prisão preventiva 
O caso foi encaminhado para a Depca, que diante da situação pediu a prisão preventiva de Denise, mãe da criança, ao juiz. Conforme a investigação, a genitora saiu do imóvel por volta das 13 horas e às 14h30, houve a ocorrência do incêndio, que chamou a atenção dos populares. Neste momento, ela ainda não teria retornado ao imóvel.
Jornal Midiamax