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Britânico recebe conta de R$ 1.500 com gastos de filho na loja Google Play

O entregador britânico Gary Hooper, 53, teve uma surpresa quando recebeu a conta de seu cartão: diversas cobranças da loja online Google Play, que somaram 400 libras (cerca de R$ 1.500). Seu filho de 10 anos, que tem dificuldades de leitura, gastou o valor em jogos e extras em um tablet. O problema teria acontecido […]

Arquivo Publicado em 15/04/2014, às 13h36

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O entregador britânico Gary Hooper, 53, teve uma surpresa quando recebeu a conta de seu cartão: diversas cobranças da loja online Google Play, que somaram 400 libras (cerca de R$ 1.500). Seu filho de 10 anos, que tem dificuldades de leitura, gastou o valor em jogos e extras em um tablet.


O problema teria acontecido porque, depois da primeira compra (que custou apenas 2 libras e foi voluntária), os dados bancários ficaram salvos no dispositivo.


Como o gadget não estava programado para pedir senha antes de novas aquisições, o menino não teve dificuldades para comprar jogos e extras. As informações são do site “Daily Mail”.


Hooper agora pede reembolso e diz que o Google deveria ter medidas preventivas mais fortes, com objetivo de impedir que esse tipo de coisa aconteça. “Eu entendo que o Google quer ganhar dinheiro, mas com os milhões de libras que eles ganham, poderiam fazer algo para não tirar dinheiro de pessoas trabalhadoras como nós”, disse ao “Daily Mail”.


Um porta-voz do Google afirmou que já existem ferramentas para bloquear compras por acidente. “Nós fornecemos proteção por senha no app do Google Store. Isso ajuda a evitar compras indesejadas nos dispositivos”, disse ao site.


Não há informações se o pedido de reembolso será atendido pela empresa. O britânico afirmou, no entanto, que está enfrentando dificuldades para falar com o Google. Segundo ele, os telefones disponíveis direcionam sempre para os sites de ajuda da corporação.


A fabricante Apple, que também aparece nos noticiários em casos de crianças que gastaram muito, já se manifestou oferecendo reembolso em alguns casos. A empresa enviou e-mails a usuários do iTunes nos Estados Unidos, informando sobre a possibilidade de reembolso no caso de compras feitas por crianças dentro de aplicativos.

Jornal Midiamax