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Bellini é sepultado em Itapira com cortejo e homenagens

Levado em um carro de bombeiros pelas ruas de sua cidade natal, o corpo de Bellini, campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1958 e 1962, foi enterrado neste sábado em Itapira, interior de São Paulo. O ex-zagueiro morreu em São Paulo na última quinta-feira, aos 83 anos, de causas naturais. Cerca de 300 pessoas […]

Arquivo Publicado em 22/03/2014, às 20h53

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Levado em um carro de bombeiros pelas ruas de sua cidade natal, o corpo de Bellini, campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1958 e 1962, foi enterrado neste sábado em Itapira, interior de São Paulo. O ex-zagueiro morreu em São Paulo na última quinta-feira, aos 83 anos, de causas naturais.


Cerca de 300 pessoas acompanharam o cortejo até o Cemitério da Saudade, entre fãs, autoridades e ex-jogadores, como o ex-zagueiro Oscar, que defendeu a Seleção Brasileira na década de 1980. No trajeto, Bellini recebeu diversas homenagens, como aplausos de moradores por onde passavam. Os presentes ainda cantaram várias vezes o hino do Brasil e da cidade.


O corpo do ex-jogador estava sendo velado na cidade desde a noite de quinta-feira, e foi sepultado com o caixão envolto em bandeiras do Vasco, do São Paulo, do Brasil e de Itapira. São Paulo, Itapirense, Sanjoanense e a CBF enviaram coroa de flores.


Bellini sofria de mal de Alzheimer há dez anos. Na época em que era jogador, o capitão eternizou o gesto de levantar a taça acima da cabeça, quando fez pela primeira vez na conquista da Copa do Mundo de 1958.


Em 1962, já como reserva, o jogador foi bicampeão do mundo. Ao longo da carreira, Bellini tornou-se ídolo do Vasco e do São Paulo. Revelado no Itapirense em 1946, o ex-jogador ainda defendeu o Sanjoanense antes de jogar pela Seleção Brasileira. O zagueiro se aposentou em 1969, quando vestia a camisa do Atlético-PR.

Jornal Midiamax