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Ataque cardíaco fulminante pode ter causado morte de acadêmica da Uniderp, informa Samu

Conforme explicações de médico do Samu, a jovem pode ter sido vítima de uma ataque cardíaco fulminante, porém a “causa mortis” só será definida depois de um exame necroscópico informa

Arquivo Publicado em 19/03/2014, às 17h08

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Conforme explicações de médico do Samu, a jovem pode ter sido vítima de uma ataque cardíaco fulminante, porém a “causa mortis” só será definida depois de um exame necroscópico

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A causa da morte da acadêmica de arquitetura e urbanismo, Alana Cristina dos Santos, de 18 anos, pode ter sido um ataque cardíaco fulminante, conforme explicações do coordenador suplente do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência), o médico André Martins de Barros. O fato aconteceu na manhã de hoje, dentro do bloco IV, de uma universidade localizada na Avenida Ceará, no bairro Miguel Couto, em Campo Grande. 

O médico contou que a “causa mortis” só é definida depois de um exame necroscópico. “Por enquanto são algumas hipóteses que levamos a crer por conta das informações que vamos recebemos”, fala o médico. 
Ele contou que aparentemente a jovem era saudável, porém há relatos que ela tinha problemas de saúde não aparente. “Houve uma informação que há pelo menos dois anos, ela foi diagnosticada com um quadro de cardiopatia, o que explicaria um ataque cardíaco fulminante”. 
O coordenador frisa que, uma unidade de socorro do Samu foi de imediato para o local. “Assim que fomos acionados, mandamos de imediato uma ambulância avançada para a universidade”, afirma. 
Problemas 
Além disso, ele ressalta que a equipe médica teve problemas ao chegar à universidade. “São muitas escadas, o que dificultam o acesso rápido com as saídas. Eles tiveram também o problema de encontrar onde estava à acadêmica, a equipe entrou e saiu de vários blocos até achar a jovem, pois lá não tem sinalização e não teve quem o levasse ao encontro com a acadêmica”, alega o médico do Samu. 
Primeiros Socorros 
André afirmou que quando a equipe do Samu chegou ao bloco onde estava Alana, uma equipe médica da própria universidade já estava lá dando suporte a eles. “Eles já tinham iniciados os primeiros socorros, inclusive estavam realizando o SBV (Suporte Básico de Vida), que é um tipo de procedimento comum que realizamos quando o paciente precisa de reanimação. A equipe do Samu continuou os procedimentos para reanimar a paciente, mas sem sucesso”, relata.
Entenda o caso 
A acadêmica de arquitetura e urbanismo, Alana, morreu depois de sofrer um mal súbito, por volta das 8h30, dentro da uma universidade onde estuda. O curso de medicina da própria universidade, assim como o Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) foram avisados sobre o atendimento a jovem. 
Alana se sentiu mal, tentou se escorar na parede, mas caiu. Ela bateu a cabeça no chão e teve convulsões no corredor do bloco IV, do seu curso. 
 Mesmo a jovem caída, aulas continuaram normalmente e apenas duas colegas dela ficaram no local cuidando de Alana. O curso de medicina demorou meia hora para sair de um bloco para o outro, dentro da mesma universidade, conforme informações dos colegas de sala da jovem. 
Já a equipes do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) chegaram ao local após quarenta minutos. Eles tentaram reanimar a jovem, mas ela não resistiu.
Jornal Midiamax