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TCU condecora presidente da Comissão Europeia com Grande-Colar do Mérito

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Augusto Nardes, condecorou hoje (24) o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, com o Grande-Colar do Mérito em reconhecimento à contribuição que o ex-primeiro-ministro de Portugal (2002-2004) tem dado para viabilizar a integração entre o Brasil e a União Europeia (UE). Em visita […]

Arquivo Publicado em 25/01/2013, às 01h33

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O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Augusto Nardes, condecorou hoje (24) o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, com o Grande-Colar do Mérito em reconhecimento à contribuição que o ex-primeiro-ministro de Portugal (2002-2004) tem dado para viabilizar a integração entre o Brasil e a União Europeia (UE).

Em visita oficial ao país, Durão Barroso, 56 anos, dirige pela segunda vez a Comissão Europeia. Órgão com sede em Bruxelas, na Bélgica, que representa os interesses do conjunto de 27 países que formam a UE, em oposição aos interesses específicos de cada país. Durão Barroso tem tido importante participação nas negociações de aproximação do bloco europeu com o Brasil e com os países do Mercosul, de acordo com o ministro Nardes.

Criado em 2003, o Grande-Colar do Mérito do TCU é oferecido a personalidades nacionais ou estrangeiras que, por seus méritos excepcionais ou por relevante contribuição ao controle externo, são merecedores da distinção, outorgada pelo conselho de ministros do Tribunal. De acordo com o ministro Walton Alencar, que saudou o agraciado, “a sólida e bem estruturada vida acadêmica, além da extensa atuação política de Durão Barroso fazem dele grande merecedor da comenda”.

Em uma solenidade, no próprio TCU, que contou com a presença do presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney (PMDB-AP), e do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, dentre outros, o presidente da Comissão Europeia enalteceu o papel de vigilância do TCU e disse que “instituições sólidas e independentes são um seguro de vida para nossos sistemas democráticos”.

Durão Barroso ressaltou que “a desigualdade social e econômica não é sustentável” e destacou que “a democracia nunca está ganha”, pois trata-se de uma conquista diária. Para alcançá-la é necessário que os governos invistam em um crescimento sustentável, nos aspectos financeiro e nos âmbitos social e ambiental. Ele enfatizou, ainda, o fato de Brasil e UE compartilharem da “mesma ambição de atingir uma sociedade mais igualitária e positiva para ambos”.

Jornal Midiamax