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Sesau promove enfrentamento contra a hanseníase a partir de quinta

Todas as unidades básicas de saúde (UBS) e unidades básicas de saúde da família (UBSF) irão realizar ações contínuas de combate, controle e enfrentamento da doença. E durante o período de 24 a 31 de janeiro de 2013, as unidades de saúde intensificarão as ações de busca de casos e conscientização. A população pode procurar […]

Arquivo Publicado em 23/01/2013, às 11h14

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Todas as unidades básicas de saúde (UBS) e unidades básicas de saúde da família (UBSF) irão realizar ações contínuas de combate, controle e enfrentamento da doença. E durante o período de 24 a 31 de janeiro de 2013, as unidades de saúde intensificarão as ações de busca de casos e conscientização. A população pode procurar atendimento na unidade que estiver com uma faixa em frente ao posto falando sobre a Hanseníase.


No próximo domingo (27) a Secretaria Municipal de Saúde Pública de Campo Grande promove o dia de combate à hanseníase com o objetivo de divulgar à população os sinais e sintomas da doença com distribuição de panfletos, realização de palestras educativas, busca ativa de casos, diagnóstico e tratamento a fim de proporcionar diagnóstico precoce e assim diminuir as seqüelas incapacitantes da doença.


No ano de 2012 foram notificados 119 casos novos da doença, com índice de cura de 77,9%. Já no ano de 2011 foram notificados 140 casos novos, com índice de cura de 87,9%. O Ministério da Saúde preconiza índice de cura de 90%. Nos dois anos, o índice não foi alcançado, isso se dá ao fato de muitas pessoas abandonarem o tratamento devido à duração de seis a doze meses, podendo ser prolongado por mais um ano com dose diária. “O paciente tem uma melhora e deixa de tomar o medicamento mesmo ele sendo disponibilizado em toda rede de saúde pública de forma gratuita”, informou a técnica do Programa Municipal de Controle da Hanseníase, Vanessa Coelho de Aquino B. Ferraz.


A doença


A hanseníase é uma doença infecto-contagiosa, causada pelo Mycobacterium leprae, atinge pele e nervos. . É considerada como uma das doenças mais antigas que acometem o homem com referências de 600 a. C. Também conhecida como lepra, termo em desuso no Brasil.


Os principais sinais e sintomas são: manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo e áreas da pele que não coçam, mas tem formigamento e dormência, com diminuição ou ausência de sensibilidade ao calor, frio, dor e ao toque. “É importante que ao perceber alguns destes sinais e sintomas, o paciente procure o serviço de saúde mais próximo de sua casa para exame da pele e nervos” informou a Coordenadora Municipal de Vigilância Epidemiológica, Erci Harumi Hirota.


A transmissão acontece quando o bacilo é eliminado pela pessoa doente durante a fala, espirro ou tosse. Por isso a importância do exame de todas as pessoas que moram ou convivem com o doente, que são chamados de contatos.

Jornal Midiamax