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Presidente do PSDB diz que reprovação de Dilma dá ‘garra’ para lançar Reinaldo ao governo

Presidente regional do PSDB, o deputado estadual Márcio Monteiro avalia que a queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff (PT) significa o desgaste dos 11 anos de administração do PT e dá “garra” para o PSDB entrar na corrida pela sucessão do governador André Puccinelli (PMDB), nas eleições de 2014. Ele, porém, ainda não descarta […]

Arquivo Publicado em 01/07/2013, às 17h50

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Presidente regional do PSDB, o deputado estadual Márcio Monteiro avalia que a queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff (PT) significa o desgaste dos 11 anos de administração do PT e dá “garra” para o PSDB entrar na corrida pela sucessão do governador André Puccinelli (PMDB), nas eleições de 2014.


Ele, porém, ainda não descarta manter a aproximação com o PT do senador Delcídio do Amaral (PT) e defende “dar um tempo” para avaliar melhor o cenário político antes de lançar a candidatura do deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB) ao governo.


“Esse momento pode promover o PSDB, os partidos que estão fora do poder, o PSDB está fora do poder nacional, estadual e da prefeitura da Capital. Aparentemente, eu creio que isso é uma expectativa, mas nós temos que dar um tempo para ver se isso de fato vai repercutir na população”, comentou Monteiro.


Neste sentido, o primeiro passo seria colocar o projeto “Pensando o MS” na estrada. “Ao mesmo tempo, vamos começar a fazer as nossas pesquisas, a partir daí, o PSDB vai continuar com muito mais garra neste projeto que nós estávamos”, reforçou sobre o projeto de candidatura própria.


Caminho certo


Na avaliação do presidente do PSDB, o partido está no rumo certo. Ele leva como base a campanha de Reinaldo a prefeito de Campo Grande, quando os tucanos defenderam as bandeiras da transparência, ética e investimentos em mobilidade urbana, saúde, educação e segurança.


“Mais do que nunca o PSDB está no caminho certo, agora, as definições mesmo vão ficar para o ano que vem e vamos aguardar o que vai acontecer com o País depois de tudo isso”, disse, fazendo menção aos protestos em todo o Brasil.


Além de defender seu partido, o tucano fez questão de atacar o governo Dilma. “Nesses 11 anos de governo do PT, foram feitas algumas implementações de ações que o PSDB havia iniciado, como programas de redistribuição de renda, programas de Luz no Campo que virou Luz para Todos. Agora, ações de planejamento do país pouco coisa saiu do papel, ou seja, se você espremer esses 11 anos do PT sobra pouca coisa e o reflexo é essa queda da popularidade da Dilma e provavelmente de seus aliados”, avaliou.


Além disso, ele vê pressão por mais ações do Congresso Nacional.  “O Congresso Nacional também sofre uma pressão grande, consequência do poder do Executivo, o Congresso está muito dependente do Executivo, que é uma lástima”, disse.

Jornal Midiamax