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Presidente da CPI do Câncer prorroga trabalho para não deixar nada ‘debaixo do tapete’

O presidente da CPI do Câncer, vereador Flávio César (PTdoB), ocupou a tribuna da Câmara na manhã desta terça-feira (13) para fazer um balanço dos primeiros três meses de trabalho. Após dizer que a CPI fez 13 oitivas e ouviu 30 pessoas, Flávio solicitou a aprovação do requerimento solicitando prorrogação do prazo, avisando que vai […]

Arquivo Publicado em 13/08/2013, às 17h51 - Atualizado em 13/07/2020, às 10h48

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O presidente da CPI do Câncer, vereador Flávio César (PTdoB), ocupou a tribuna da Câmara na manhã desta terça-feira (13) para fazer um balanço dos primeiros três meses de trabalho. Após dizer que a CPI fez 13 oitivas e ouviu 30 pessoas, Flávio solicitou a aprovação do requerimento solicitando prorrogação do prazo, avisando que vai apurar todas as irregularidades.

“Quem achava que a CPI ia terminar em pizza, lamento o leigo engano. Não vai ficar nada debaixo do tapete. Não vai ficar pedra sobre pedra. Tudo será investigado minuciosamente”, prometeu o presidente.

Nos próximos dias a CPI ouvirá os ex-secretários de Saúde do Município, Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Leandro Mazina, ex-secretária de Saúde do Estado, Beatriz Dobashi, e o atual secretário de saúde do Município, Ivandro Fonseca. Também está prevista uma acareação entre o antigo diretor, Adalberto Siufi, e o atual diretor do Hospital do Câncer, Carlos Coimbra.

O prazo estendido também será utilizado para fazer análise documental e de gravações feitas pela operação “Sangue Frio”, que revelou as irregularidades no tratamento de câncer em Campo Grande. O presidente espera que com os trabalhos a CPI possa apresentar um resultado satisfatório, onde aponte os responsáveis pelas irregularidades e proponha solução para melhorar o atendimento. Flávio também reclamou da autorização dada pela Justiça Federal para Adalberto Siufi se ausentar do País, afirmando que ficou chocado com a decisão.

O vereador Coringa, que também integra a CPI, avisou que a comissão está realizando um trabalho para punir os culpados, doa a quem doer. Na avaliação dele, o mais importante é mostrar para a população o que será feito depois da CPI. “Precisamos dizer o que vai melhorar”, explicou.

Jornal Midiamax