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Manifestações populares perdem força, mas continuam com pequenos atos em Campo Grande

Depois de a multidão campo-grandense ter saído às ruas da Capital para protestar contra a corrupção, o movimento “Vem Pra Rua” perdeu força. Após as manifestações que mobilizaram 70 mil pessoas em três dias, os atos devem continuar,  como a assembleia popular prevista para este sábado na Praça do Rádio, e com a realização de […]

Arquivo Publicado em 28/06/2013, às 19h50

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Depois de a multidão campo-grandense ter saído às ruas da Capital para protestar contra a corrupção, o movimento “Vem Pra Rua” perdeu força. Após as manifestações que mobilizaram 70 mil pessoas em três dias, os atos devem continuar,  como a assembleia popular prevista para este sábado na Praça do Rádio, e com a realização de pequenos protestos para manter as bandeiras de luta vivas, como o combate à corrupção e cobrar mais investimentos em saúde, educação e transporte coletivo.
“As pessoas foram às ruas com muitas demandas de reivindicações. Agora, vamos nos reunir em mobilizações com o mesmo caráter para definir as pautas específicas a serem tratadas”, disse o jornalista André Brito, que é um dos porta-vozes dos movimentos sociais.
Como prova do funilamento das discussões, a data de uma audiência pública sobre o transporte coletivo e a mobilidade urbana em Campo Grande, a ser realizada na Câmara Municipal, deve ser decidia em uma assembleia geral dos movimentos sociais.
A reunião está marcada para acontecer na Praça do Rádio, neste sábado (29), e é aberta ao público. Alan disse que toda a sociedade está convidada para debater os assuntos que devem ser tratados como prioridade pelo movimento popular.
Por enquanto, a assembleia do movimento popular contará com a presença de sindicatos. A Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação do Estado), o Sindicato dos Médicos, a CUT (Central Única dos Trabalhadores), o Sintss-MS (Sindicado dos Trabalhadores em Seguridade Social), o Sinpol-MS (Sindicato dos Policiais Civis do Estado), a UNE (União Nacional dos Estudantes e a UBES (União Brasileira de Estudantes Secundários) já confirmaram a presença.
“Estamos tentando convocar, também, a presença de associações de bairros”, disse Alan.
Apesar de nenhum manifesto ou marcha estar marcado para acontecer no fim de semana, Alan não descartou a possibilidade de o grupo sair às ruas. “As pessoas irão decidir nas reuniões”, afirmou.
Manifestações
A primeira manifestação ocorrida em Campo Grande foi histórica e levou 60 mil pessoas às ruas na quinta-feira (20). No segundo dia de protestos, a sexta-feira (21), mesmo debaixo de chuva, duas mil pessoas marcharam na Capital e pararam em frente à Câmara Municipal, que serviu de palco para confronto entre civis e a Cigcoe (Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais). Já o terceiro e último dia de manifestações, o sábado (22), mobilizou sete mil pessoas e foi tranquilo.
Jornal Midiamax