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CPI visita postos de Saúde e falta de profissional é problema crônico em Campo Grande

Deputados constataram que médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem que atuam na rede pública de Saúde não são suficientes para suprir a demanda diária.

Arquivo Publicado em 23/07/2013, às 11h54

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Deputados constataram que médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem que atuam na rede pública de Saúde não são suficientes para suprir a demanda diária.

Os deputados estaduais visitam os postos de Saúde da Capital e o problema mais recorrente é a falta de profissional. Médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem que atuam na rede pública de Saúde não são o suficiente para suprir a demanda diária.

Só na Unidade de Pronto Atendimento do bairro Coronel Antonino são atendidas uma média de 1000 pessoas por dia, sendo cerca de 300 pacientes por plantão. Nesta unidade o atendimento é 24 horas e o destaque é que em todo o turno um médico pediatra está escalado.

“O ponto positivo é ter pediatra sempre, mas verificamos problemas recorrentes nos atendimentos em geral”, disse Junior Mochi (PMDB).

Cerca de sete clínicos gerais e seis pediatras atendem no local todos os dias, mas em toda sexta-feira há reclamações, segundo informações dos funcionários administrativos aos deputados, visto que alguns profissionais fazem cursos neste dia à tarde.

“Particularmente eu gostei da estrutura, mas ainda há falta de equipamentos, uma realidade de todo o Sistema Único de Saúde (SUS)”, lamenta Mochi.

Para o presidente da CPI, deputado Amarildo Cruz (PT), é fundamental ouvir a opinião de usuários e funcionários. “Com isso a CPI também vai apontar sugestões e mudanças”, conclui.

Os deputados apontaram em todos os postos a falta de psiquiatras. Eles estão agora em direção ao posto do bairro Moreninhas e nesta semana eles pretendem visitar os hospitais da capital.

Jornal Midiamax