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Construtoras investigadas em SP desconhecem processo

As empresas apontadas na investigação do Ministério Público Estadual (MPE) afirmam desconhecer as suspeitas de pagamento de propina. Segundo a apuração dos promotores, as companhias procuravam os operadores do esquema de corrupção porque conseguiriam desconto de 50% em relação ao que teriam de pagar de tributos. Em nota, a BKO Incorporadora afirmou que “até a […]

Arquivo Publicado em 01/11/2013, às 11h49

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As empresas apontadas na investigação do Ministério Público Estadual (MPE) afirmam desconhecer as suspeitas de pagamento de propina. Segundo a apuração dos promotores, as companhias procuravam os operadores do esquema de corrupção porque conseguiriam desconto de 50% em relação ao que teriam de pagar de tributos.


Em nota, a BKO Incorporadora afirmou que “até a presente data não foi notificada sobre qualquer investigação e só se pronunciará se isso ocorrer”.


O Departamento Jurídico da Construtora Tarjab afirmou desconhecer o esquema e que o caso causa “estranheza”. “Venho informar que desconhecemos as pessoas mencionadas, bem como não fomos citados em nenhuma investigação do MPE. A Tarjab não coaduna com qualquer ato ilícito e sempre honrou seus compromissos com os entes públicos”, informou a empresa por meio de nota.


A Assessoria de Imprensa da Trisul Incorporadora e Construtura informou que não conseguiu localizar na tarde de ontem os responsáveis para comentar o caso, mas que a empresa vai se manifestar hoje sobre o assunto.


A Alimonti Comercial e Construtora foi contatada na tarde de ontem por telefone e por e-mail para responder sobre o caso, mas a reportagem não obteve resposta.


O jornal O Estado de S. Paulo também procurou a Assessoria de Imprensa da Brookfield Incorporações. A empresa informou ontem que não se manifestaria sobre a denúncia do MPE.

ISS


Pela investigação, a empresa Company, comprada pela Brookfield, já se beneficiava do esquema de propina para reduzir o valor de ISS pago. A empresa é a mesma citada em outro escândalo na cidade de São Paulo, do ex-diretor do Aprov, Hussain Aref Saab.

Jornal Midiamax