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Com pole na Inglaterra, Hamilton revive momentos mágicos de 2007

Lewis Hamilton reviveu algumas de suas melhores lembranças neste sábado ao conquistar sua primeira pole position no Grande Prêmio da Inglaterra de Fórmula 1 desde 2007, ano em que ele estreou na categoria. O campeão de 2008 afirmou que sua certeira volta de classificação, quase meio segundo mais rápida que a do segundo colocado, o […]

Arquivo Publicado em 29/06/2013, às 18h21

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Lewis Hamilton reviveu algumas de suas melhores lembranças neste sábado ao conquistar sua primeira pole position no Grande Prêmio da Inglaterra de Fórmula 1 desde 2007, ano em que ele estreou na categoria.


O campeão de 2008 afirmou que sua certeira volta de classificação, quase meio segundo mais rápida que a do segundo colocado, o companheiro de Mercedes Nico Rosberg, conferiu a ele ares de nostalgia.


“Foi a melhor volta que pude oferecer, próxima à perfeição”, afirmou.


“Me sinto exatamente como em 2007. Só de ver o público ensandecido aqui já foi fantástico. Foi uma volta dedicada a todos eles”, disse o piloto.


Hamilton começou a temporada cercado pela desconfiança geral após deixar a McLaren, mas garante que toda essa fase ficou para trás.


A McLaren não faz bom campeonato, ao passo que a Mercedes, nova equipe do piloto inglês, é a principal desafiante da escuderia atual campeã, a Red Bull, com cinco pole positions em oito corridas.


Hamilton conquistou duas dessas poles –ainda que, neste sábado, ele tenha lutado muito para ajustar o carro às condições dos pneus–, mas ainda espera pela primeira vitória com os novos patrões.


“Às vezes isso é como um touro mecânico. Você tenta domar, mas é muito difícil”, disse o inglês a respeito da Mercedes, um carro no qual ele ainda não se sente 100 por cento confortável.


“Mas quando você consegue, e tira uma volta como essa, é demais, me faz voltar a 2007. Eu não conseguia ouvir ninguém, porque o carro estava muito barulhento, mas havia o barulho ensurdecedor do público também.”


O público, com bandeiras e faixas de apoio, fez grande diferença, admitiu o piloto. Segundo ele, não havia muita concentração e preparo emocional para o treino de classificação, e sim vontade de retribuir ao imenso público de Silverstone e dar-lhes alguma alegria.

Jornal Midiamax